Apesar de ser quase um clichê, a palavra transparência deveria constar das ações políticas e seus atores em todas as esferas. Felizmente nossa ação parlamentar vem cumprindo também esse papel e em todos os momentos dá visibilidade absoluta aos nossos trabalhos, seja internamente, em nível de partido, bem como ao grande público, ou seja, a comunidade, nossa maior responsabilidade.
Além das notícias veiculadas nos meios de comunicação convencionais, TV, rádio e jornal, nosso gabinete produz semestralmente um informativo contendo a maioria de nossas ações, sobretudo aquelas que entendemos de maior relevância, o qual é distribuído às pessoas mais próximas ao mandato e a quem interessar, diga-se de passagem, com recursos próprios. Outra ferramenta interessantíssima é o meio virtual. Nosso mandato possui blog www.vereadortuco.blogspot.com, Orkut, http://twitter.com/vereadortuco, além do site oficial da Câmara que disponibiliza informações básicas sobre todos os mandatos, ou seja, quem de fato quer se informar sobre o que está fazendo este Vereador tem todo o acesso possível.
Não obstante a tudo isso, produzimos anualmente uma plenária de mandato, algo um pouco mais restrito a instância partidária, com o fim de avaliar, opinar e projetar novas empreitadas do mesmo. O mês de novembro foi o escolhido para este evento e a exemplo do que fizemos no ano passado, hoje à noite estaremos recebendo os companheiros para este momento de trocas e enriquecimento mútuo. Desta vez, o palco para tal será a Câmara de Vereadores, que a partir das 19hs estará recebendo todos os membros do Partido dos Trabalhadores que desejarem participar de mais essa ação democrática e vital na construção e fortalecimento de nosso partido.
Aproveito o espaço para conclamar a todos os petistas de Montenegro e região a participar conosco, uma vez que o ano de 2010, nosso segundo de mandato, caminha para o seu fechamento e devemos prestar contas e avaliar nossa participação junto à sociedade.
Certamente foi mais um ano extremamente produtivo e chegamos aqui com a certeza de dever cumprido. Obviamente ainda há muito o que fazer, no entanto, como diz a Sagrada Escritura, “existe um tempo para cada coisa”.
Vamos juntos rumo a um futuro cada vez melhor. A cada nova etapa, basta o seu sucesso.
Que venham novos desafios.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Sujeito de Direitos
O debate em torno da juventude nos últimos anos tem sido permeado pela diversidade de temas e identidades múltiplas que a envolvem. De um lado, marcas como a cultura do medo e da violência ensaiam “contaminar” a sociedade, mas, de outro, surge uma diversidade de movimentos juvenis nesse contexto de busca e afirmação de uma identidade coletiva.
São movimentos em torno da solidariedade, de defesa ambiental, grupos que se orientam pelo lugar social, pelas modalidades esportivas e culturais, sobressaindo o hip-hop como a maior expressão de cultura de rua nesse contexto. Veem-se ainda movimentos em torno da sexualidade, da saúde, da luta por moradia, de portadores de deficiência, de mulheres, bem como associações e cooperativas diversas, organizações não governamentais (ONGs), jovens mobilizados em torno da agricultura familiar e as secretarias de juventude no âmbito dos partidos políticos.
Ao pensarmos em relação aos últimos dez anos, é possível delimitar a existência mais frequente do debate público sobre juventude, principalmente no âmbito das formulações, bem como algumas ações para o segmento. Esse reconhecimento se dá em detrimento do alto contingente demográfico da população juvenil nos últimos anos exposto ao cenário de vulnerabilidade social e à necessidade de inserção desses jovens num circuito de construção de uma vida melhor.
Assim, o pensar sobre as condições de existência e vivência juvenil de forma ampla – e não apenas como transição para a vida adulta – remete a um olhar sobre a necessidade de deixar a escola, o fato de começar a trabalhar, sair da família de origem, ter filhos, bem como se relaciona com a cultura e o lazer numa fase propícia a vivências de diversão e entretenimento. Aqui na aldeia, as vezes a discussão fica muito rasa, restringindo-se a quem o ruído vai incomodar.
Foram muitas as conquistas, ao longo dos últimos anos, todavia, é preciso dar visibilidade as ações e perspectivas para que as bandeiras de luta por mudanças na vida dos jovens seja também um pacto de toda a sociedade brasileira com essa geração, para que outras gerações se afirmem cada vez mais como sujeito de direitos.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
São movimentos em torno da solidariedade, de defesa ambiental, grupos que se orientam pelo lugar social, pelas modalidades esportivas e culturais, sobressaindo o hip-hop como a maior expressão de cultura de rua nesse contexto. Veem-se ainda movimentos em torno da sexualidade, da saúde, da luta por moradia, de portadores de deficiência, de mulheres, bem como associações e cooperativas diversas, organizações não governamentais (ONGs), jovens mobilizados em torno da agricultura familiar e as secretarias de juventude no âmbito dos partidos políticos.
Ao pensarmos em relação aos últimos dez anos, é possível delimitar a existência mais frequente do debate público sobre juventude, principalmente no âmbito das formulações, bem como algumas ações para o segmento. Esse reconhecimento se dá em detrimento do alto contingente demográfico da população juvenil nos últimos anos exposto ao cenário de vulnerabilidade social e à necessidade de inserção desses jovens num circuito de construção de uma vida melhor.
Assim, o pensar sobre as condições de existência e vivência juvenil de forma ampla – e não apenas como transição para a vida adulta – remete a um olhar sobre a necessidade de deixar a escola, o fato de começar a trabalhar, sair da família de origem, ter filhos, bem como se relaciona com a cultura e o lazer numa fase propícia a vivências de diversão e entretenimento. Aqui na aldeia, as vezes a discussão fica muito rasa, restringindo-se a quem o ruído vai incomodar.
Foram muitas as conquistas, ao longo dos últimos anos, todavia, é preciso dar visibilidade as ações e perspectivas para que as bandeiras de luta por mudanças na vida dos jovens seja também um pacto de toda a sociedade brasileira com essa geração, para que outras gerações se afirmem cada vez mais como sujeito de direitos.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
O grande movimento
É extremamente importante termos sempre a clareza das coisas e principalmente dar as mesmas as dimensões que elas merecem.
No ano de 2008, Rogério Santos, representante da CUFA em Montenegro, inicia uma busca por parceiros a fim de iniciar um movimento contra as drogas em nossa cidade. Tal iniciativa veio ao encontro e de certa forma em socorro aos anseios do nosso Conselho Tutelar, uma vez que desde 2005, vínhamos diagnosticando um assustador crescimento na quantidade de crianças e adolescentes usuários, sobretudo de crack. Nasce ali o nosso Movimento Montenegro Contra o Crack. Muitas pessoas vieram se agregar, o que foi vital às nossas iniciativas e ao sucesso do movimento, dando ao mesmo status de pioneiro a nível nacional. Atualmente, vários atores integram a coordenação do movimento, além da comunidade que continua acreditando e participando do mesmo.
Contudo, é notório que , sobretudo em final de ano, é preciso avaliar, oxigenar e revitalizar as iniciativas e projetar o futuro. Todas as ações em nome do Movimento devem ter mérito coletivo, inclusive pelo fato dos atores estarem em nome do mesmo. Tudo passa, ou deveria passar por discussões anteriores, bem como aprovação do grande grupo, evitando assim a promoção pessoal de alguém, o que em minha avaliação é desprezível.
No último domingo, realizamos o segundo Festival de Música do Movimento. Mais uma vez foi um grande sucesso. Embora a participação da comunidade tenha sido reduzida, infelizmente, não faltou qualidade e dedicação dos grupos que se apresentaram. Penso que de forma alguma devemos desistir dessa iniciativa que congrega jovens e adultos de todas as idades, credos e classe social a dizer não a droga. É importante agradecer a todos os participantes. Foi muito bonito ver o grupo da Fazenda Crer São Francisco vibrar cantando a recuperação ou os meninos vencedores do Alvo Periférico com suas realidades cantadas.
“O grito do excluído” só poderia ser o vencedor, pois venceu na vida o submundo das drogas.
Por fim, quero agradecer e cumprimentar a todos, concorrentes e participantes do nosso festival, pois certamente o que mais conta nisso tudo é a vitória de uma iniciativa a favor da vida, que não pode de forma alguma perder o encanto de nossa comunidade.
Vamos em frente. Viva o Movimento Montenegro Contra o Crack.
Um fraterno abraço! Voltamos a nos falar!
No ano de 2008, Rogério Santos, representante da CUFA em Montenegro, inicia uma busca por parceiros a fim de iniciar um movimento contra as drogas em nossa cidade. Tal iniciativa veio ao encontro e de certa forma em socorro aos anseios do nosso Conselho Tutelar, uma vez que desde 2005, vínhamos diagnosticando um assustador crescimento na quantidade de crianças e adolescentes usuários, sobretudo de crack. Nasce ali o nosso Movimento Montenegro Contra o Crack. Muitas pessoas vieram se agregar, o que foi vital às nossas iniciativas e ao sucesso do movimento, dando ao mesmo status de pioneiro a nível nacional. Atualmente, vários atores integram a coordenação do movimento, além da comunidade que continua acreditando e participando do mesmo.
Contudo, é notório que , sobretudo em final de ano, é preciso avaliar, oxigenar e revitalizar as iniciativas e projetar o futuro. Todas as ações em nome do Movimento devem ter mérito coletivo, inclusive pelo fato dos atores estarem em nome do mesmo. Tudo passa, ou deveria passar por discussões anteriores, bem como aprovação do grande grupo, evitando assim a promoção pessoal de alguém, o que em minha avaliação é desprezível.
No último domingo, realizamos o segundo Festival de Música do Movimento. Mais uma vez foi um grande sucesso. Embora a participação da comunidade tenha sido reduzida, infelizmente, não faltou qualidade e dedicação dos grupos que se apresentaram. Penso que de forma alguma devemos desistir dessa iniciativa que congrega jovens e adultos de todas as idades, credos e classe social a dizer não a droga. É importante agradecer a todos os participantes. Foi muito bonito ver o grupo da Fazenda Crer São Francisco vibrar cantando a recuperação ou os meninos vencedores do Alvo Periférico com suas realidades cantadas.
“O grito do excluído” só poderia ser o vencedor, pois venceu na vida o submundo das drogas.
Por fim, quero agradecer e cumprimentar a todos, concorrentes e participantes do nosso festival, pois certamente o que mais conta nisso tudo é a vitória de uma iniciativa a favor da vida, que não pode de forma alguma perder o encanto de nossa comunidade.
Vamos em frente. Viva o Movimento Montenegro Contra o Crack.
Um fraterno abraço! Voltamos a nos falar!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Festival de Bandas
No último domingo ocorreu o 2º Festival de Bandas do Movimento Montenegro Contra o Crack, segundo ano de evento, este contou com as bandas Alvo Periférico, Expressão SBA, Over Driver, Crer Fazenda São Francisco e Banda Metáforas, a Banda Alta Voltagem abriu o festival tocando a música vencedora do 1º Festival de Bandas.
Em 3º lugar ficou a Banda Over Drive, recebendo como prêmio um mês de aulas de música, para um dos integrantes da banda.
Em 2º lugar ficou a Banda Metáforas, recebendo como prêmio um Kit de acessórios para banda.
E o vencedor do 2º Festival de Bandas foi a Banda Alvo Periférico, que ganhou a gravação de um CD Demo com a música vencedora.
Agradecemos a todos que prestigiaram o 2º Festival de Bandas Montenegro Contra o Crack e parabenizar todas as bandas e grupos que participaram, pois com certeza, passaram grandes mensagens de combate a essa droga, nos motivando cada vez mais a lutar e trabalhar para combater esse mal.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Presidente eleita divulga nomes da coordenação política da equipe de transição
Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (2) a assessoria da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) informou que a coordenação política da equipe de transição do governo de Dilma Rousseff ficará a cargo do vice-presidente eleito Michel Temer (PMDB), do presidente do PT, José Eduardo Dutra, e dos deputados federais Antonio Palocci (PT-SP) e José Eduardo Cardozo (PT-SP).
Dutra, Palocci e Cardozo atuaram na coordenação da campanha de Dilma. Ao lado de Temer, vão comandar uma equipe de até 50 pessoas durante a transição.
Segundo José Eduardo Dutra, será encaminhada para a Casa Civil uma lista inicial com 30 nomes, todos "eminentemente técnicos", para integrar a equipe de transição. Não foram divulgados os nomes da lista.
Dutra afirmou ainda que o trabalho de coordenação não vai definir a composição de governo.
O presidente do PT adiantou que vai conversar com representantes de todos os partidos da base aliada para recolher sugestões sobre a composição e as diretrizes para o próximo governo. O primeiro partido a ser ouvido é o PMDB. Na noite desta terça (2), está programado um jantar entre Dutra, Michel Temer e líderes do PMDB, na casa do vice-presidente eleito.
"Hoje começa a conversa do ponto de vista que, ao escutar os diversos partidos, vamos saber como eles estão vendo essa composição. A minha intenção é que até a volta da presidente Dilma da viagem que ela vai fazer na semana que vem com o presidente eu já tenha conversado com todos os partidos", disse.
Dutra afirmou que Dilma não irá ao jantar. Segundo ele, a presidente eleita viaja nesta quarta (3) pela manhã e só deve retornar a Brasília no domingo (7).
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela assessoria de imprensa da presidente eleita:
A presidenta eleita Dilma Rousseff encaminhou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em atendimento à legislação em vigor, a relação de nomes que deverão integrar a equipe técnica de transição. Na oportunidade, esclarece que a coordenação política dessa equipe será feita pelo Vice-Presidente eleito Michel Temer, pelo coordenador geral da campanha José Eduardo Dutra, e pelos Deputados Federais Antônio Palocci e José Eduardo Cardozo.
De acordo com o determinado pelo presidente Lula, os trabalhos da equipe técnica de transição serão realizados a partir do dia 8 de novembro.
Brasília, 02 de novembro de 2010
Assessoria de imprensa da presidente eleita Dilma Rousseff
Dutra, Palocci e Cardozo atuaram na coordenação da campanha de Dilma. Ao lado de Temer, vão comandar uma equipe de até 50 pessoas durante a transição.
Segundo José Eduardo Dutra, será encaminhada para a Casa Civil uma lista inicial com 30 nomes, todos "eminentemente técnicos", para integrar a equipe de transição. Não foram divulgados os nomes da lista.
Dutra afirmou ainda que o trabalho de coordenação não vai definir a composição de governo.
O presidente do PT adiantou que vai conversar com representantes de todos os partidos da base aliada para recolher sugestões sobre a composição e as diretrizes para o próximo governo. O primeiro partido a ser ouvido é o PMDB. Na noite desta terça (2), está programado um jantar entre Dutra, Michel Temer e líderes do PMDB, na casa do vice-presidente eleito.
"Hoje começa a conversa do ponto de vista que, ao escutar os diversos partidos, vamos saber como eles estão vendo essa composição. A minha intenção é que até a volta da presidente Dilma da viagem que ela vai fazer na semana que vem com o presidente eu já tenha conversado com todos os partidos", disse.
Dutra afirmou que Dilma não irá ao jantar. Segundo ele, a presidente eleita viaja nesta quarta (3) pela manhã e só deve retornar a Brasília no domingo (7).
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela assessoria de imprensa da presidente eleita:
A presidenta eleita Dilma Rousseff encaminhou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em atendimento à legislação em vigor, a relação de nomes que deverão integrar a equipe técnica de transição. Na oportunidade, esclarece que a coordenação política dessa equipe será feita pelo Vice-Presidente eleito Michel Temer, pelo coordenador geral da campanha José Eduardo Dutra, e pelos Deputados Federais Antônio Palocci e José Eduardo Cardozo.
De acordo com o determinado pelo presidente Lula, os trabalhos da equipe técnica de transição serão realizados a partir do dia 8 de novembro.
Brasília, 02 de novembro de 2010
Assessoria de imprensa da presidente eleita Dilma Rousseff
A festa da democracia
Os veículos de comunicação do mundo inteiro noticiam: "o Brasil elege a primeira mulher presidenta de sua história". Após um longo período de campanha, ataques, calúnias e contradições, vence a voz coerente de uma nação, a qual manifestou nas urnas a aprovação de um projeto que valorizou sempre em primeiro lugar o ser humano e, portanto, oPTou por sua continuidade.
Juntamente com a emoção que nos toma conta, queremos, em nome do Partido dos Trabalhadores, agradecer aos 15.915 votos obtidos em Montenegro, que embora não sendo a maioria, foram vitoriosos, comprovando, mais uma vez, a eficácia de nossas ações e a força de um povo.
Daqui para frente, será a construção de uma grandiosa parceria entre Governo do Estado e União, uma vez que, após anos de distanciamento, voltam a ter um só projeto. O desenvolvimento do nosso Estado será, sem dúvida nenhuma, uma constante ao longo dos próximos quatro anos e, o que é melhor, graças a essa unidade estaremos juntos, bem de perto, o que será extremamente benéfico ao nosso município e região.
Em seu primeiro pronunciamento, nossa presidenta disse as sábias palavras: "Uma sociedade não se constrói somente com um governante, mas a partir deste, com a participação de todos em seus cotidianos e com a visão de coletividade por uma grande nação."
Certamente este foi mais um momento histórico para nosso País e somente o tempo irá mostrar aquilo que temos convicção: o melhor projeto foi escolhido pela maioria e, principalmente, não foi dado espaço à volta do neoliberalismo imperante de outrora. Os puritanos, hipócritas, pessimistas, desinformados e corneteiros de plantão que nos desculpem, mas o Brasil vai seguir matando a fome, propiciando moradia digna, gerando emprego e renda e, principalmente, respeitando a diversidade do nosso povo.
Desabafos feitos, seguimos nossa jornada, como sempre, crendo que, em meio ao humano, se encontra o divino e que não se toca o céu se não temos os pés no chão. Nosso trabalho é aqui e agora e nada poderá nos afastar do amor de Deus, nem da missão à qual fomos designados: buscar fazer somente o bem e em tudo dar graças.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
Juntamente com a emoção que nos toma conta, queremos, em nome do Partido dos Trabalhadores, agradecer aos 15.915 votos obtidos em Montenegro, que embora não sendo a maioria, foram vitoriosos, comprovando, mais uma vez, a eficácia de nossas ações e a força de um povo.
Daqui para frente, será a construção de uma grandiosa parceria entre Governo do Estado e União, uma vez que, após anos de distanciamento, voltam a ter um só projeto. O desenvolvimento do nosso Estado será, sem dúvida nenhuma, uma constante ao longo dos próximos quatro anos e, o que é melhor, graças a essa unidade estaremos juntos, bem de perto, o que será extremamente benéfico ao nosso município e região.
Em seu primeiro pronunciamento, nossa presidenta disse as sábias palavras: "Uma sociedade não se constrói somente com um governante, mas a partir deste, com a participação de todos em seus cotidianos e com a visão de coletividade por uma grande nação."
Certamente este foi mais um momento histórico para nosso País e somente o tempo irá mostrar aquilo que temos convicção: o melhor projeto foi escolhido pela maioria e, principalmente, não foi dado espaço à volta do neoliberalismo imperante de outrora. Os puritanos, hipócritas, pessimistas, desinformados e corneteiros de plantão que nos desculpem, mas o Brasil vai seguir matando a fome, propiciando moradia digna, gerando emprego e renda e, principalmente, respeitando a diversidade do nosso povo.
Desabafos feitos, seguimos nossa jornada, como sempre, crendo que, em meio ao humano, se encontra o divino e que não se toca o céu se não temos os pés no chão. Nosso trabalho é aqui e agora e nada poderá nos afastar do amor de Deus, nem da missão à qual fomos designados: buscar fazer somente o bem e em tudo dar graças.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Site Anti-boataria
Você deve ter recebido um ou mais emails mentirosos e caluniosos sobre a Dilma.
A Central Anti-Boataria é uma rede criada por um grupo de amigos
dispostos a combater os boatos espalhados pela internet para difamar a
candidata à presidência Dilma Rousseff.
Infelizmente, a campanha do PSDB contratou um especialista em
difamação, o mesmo que trabalhou na campanha adversária do Barack
Obama nos Estados Unidos, criando calúnias e difamação
Nosso endereço é:
www.antiboataria.com.br
A Central Anti-Boataria é uma rede criada por um grupo de amigos
dispostos a combater os boatos espalhados pela internet para difamar a
candidata à presidência Dilma Rousseff.
Infelizmente, a campanha do PSDB contratou um especialista em
difamação, o mesmo que trabalhou na campanha adversária do Barack
Obama nos Estados Unidos, criando calúnias e difamação
Nosso endereço é:
www.antiboataria.com.br
Pra Começar
Pois bem. Certamente a maioria das pessoas, não agüentam mais ouvir falar em política, voto neste ou naquele candidato. De nossa parte também, este é o último texto falando da campanha e presidenciáveis, pelo menos por enquanto, uma vez que no próximo domingo conheceremos quem governará o país pelos próximos quatro anos. Veja a importância disso.
Tenho dito incansavelmente que não se tratam de pessoas e sim de projetos políticos que estão em jogo e o reflexo desta escolha atingirá diretamente a população brasileira.
Afora a infelicidade de uma campanha protagonizada por agressões, compreensíveis até, pois trata-se da lei de defesa, mas que deixou os brasileiros extremamente chateados, temos que ter a consciência e responsabilidade de apontar para o futuro que queremos.
Nunca antes na história deste país se viu tanto desenvolvimento e inegavelmente o Brasil se destaca mundialmente por seus feitos, chegando a ser apontado como o grande país do futuro. Os números e as comparações entre os governos passados, apontam para a grande diferença existente entre os mesmos, o que de fato é notório, só não vê quem não quer.
De fato somos um pujante continente e nossa cidadania deve ter esse mesmo tamanho, para que as gerações futuras possam se orgulhar de sua história como hoje nos orgulhamos em ser um país democrático, que com seus atores do passado e que ainda protagonizam o cenário de lutas nacional, venceu a ditadura militar e o absolutismo que imperava outrora. Não podemos deixar que pensamentos semelhantes àqueles voltem a conduzir nosso país e entregar nas mãos de alguns grupos de poderosos o destino do nosso povo. Devemos sim, dar continuidade ao melhor momento de estabilidade, geração, distribuição de renda e aproximação com a população, sobretudo com as classes mais necessitadas.
Portanto cidadãos, vamos às urnas com a convicção de que faremos a nossa parte e principalmente, muito antes de estar terminando, nosso voto será pra começar um novo momento, para o Brasil continuar mudando e crescer ainda mais.
Vai ser DILMAIS ter participado de mais esse passo histórico e garantir que nosso país continue sendo um país de todos.
Vamos juntos. Um consciente voto a todos.
Um fraternos abraço. Voltamos a nos falar!
Tenho dito incansavelmente que não se tratam de pessoas e sim de projetos políticos que estão em jogo e o reflexo desta escolha atingirá diretamente a população brasileira.
Afora a infelicidade de uma campanha protagonizada por agressões, compreensíveis até, pois trata-se da lei de defesa, mas que deixou os brasileiros extremamente chateados, temos que ter a consciência e responsabilidade de apontar para o futuro que queremos.
Nunca antes na história deste país se viu tanto desenvolvimento e inegavelmente o Brasil se destaca mundialmente por seus feitos, chegando a ser apontado como o grande país do futuro. Os números e as comparações entre os governos passados, apontam para a grande diferença existente entre os mesmos, o que de fato é notório, só não vê quem não quer.
De fato somos um pujante continente e nossa cidadania deve ter esse mesmo tamanho, para que as gerações futuras possam se orgulhar de sua história como hoje nos orgulhamos em ser um país democrático, que com seus atores do passado e que ainda protagonizam o cenário de lutas nacional, venceu a ditadura militar e o absolutismo que imperava outrora. Não podemos deixar que pensamentos semelhantes àqueles voltem a conduzir nosso país e entregar nas mãos de alguns grupos de poderosos o destino do nosso povo. Devemos sim, dar continuidade ao melhor momento de estabilidade, geração, distribuição de renda e aproximação com a população, sobretudo com as classes mais necessitadas.
Portanto cidadãos, vamos às urnas com a convicção de que faremos a nossa parte e principalmente, muito antes de estar terminando, nosso voto será pra começar um novo momento, para o Brasil continuar mudando e crescer ainda mais.
Vai ser DILMAIS ter participado de mais esse passo histórico e garantir que nosso país continue sendo um país de todos.
Vamos juntos. Um consciente voto a todos.
Um fraternos abraço. Voltamos a nos falar!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A luta continua companheiros
No último sábado aconteceu em Montenegro mais um ato público protagonizado pelo Partido dos Trabalhadores pró-candidatura Dilma. Após uma grande carreata estiveram reunidos, além de autoridades, representantes e militantes do PT, lideranças dos partidos aliados nossa cidade. Com o advento do segundo turno, as conjunturas locais acabam também por sofrerem mutações e após rodadas de diálogo com lideranças locais, cresce o número de adeptos a nossa candidata. Além de representantes dos sempre parceiros PSB e PCdoB, também já se agregaram ao movimento pró Dilma o PDT e o PTB, bem como algumas lideranças partidárias de modo particular, enquanto aguardamos definições de outros possíveis aliados. Com intuito de fortalecer a campanha de nossa futura Presidenta e comemorar a grande vitória do nosso Projeto a nível estadual, o qual além de eleger governador Tarso Genro, elevou de 10 para 14 os assentos no legislativo estadual, a nível federal aumentou um assento na Câmara dos Deputados, e elegeu o nosso Senador Paulo Paim é que tal evento foi organizado.
Após várias falas dos componentes da mesa oficial, os presentes puderam saborear um delicioso carreteiro e seus complementos ao som dos jingles da campanha.
Foi destacada também a importância da eleição da companheira Dilma para o estado, uma vez que o Governador eleito pertence ao mesmo projeto. Seria extremamente negativo para todos nós, uma suposta vitória de um projeto diferente ao do eleito no primeiro turno aqui, pois afastaria a grande possibilidade de após tantos anos haver uma ligação direta do Estado com a União, o que certamente beneficiaria todos os setores da economia, bem como as questões sociais.
Portanto, a cada dia que passa devemos intensificar nossa campanha, congregando todos os votos que ainda estão indecisos ou, a partir de um histórico inegável de conquistas, crescimento e desenvolvimento, convencer aqueles que por qualquer que seja o motivo possam estar apoiando o que de fato não conhecem, pois papel, internet e TV aceitam tudo, porém a história conta a verdade.
Nos próximos dias será inaugurado mais um Comitê Dilma Presidente, na rua João pessoa próximo ao Paradão, para que toda a comunidade possa além de retirar alguma dúvida, adquirir material para a batalha. A luta continua companheiros.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
Após várias falas dos componentes da mesa oficial, os presentes puderam saborear um delicioso carreteiro e seus complementos ao som dos jingles da campanha.
Foi destacada também a importância da eleição da companheira Dilma para o estado, uma vez que o Governador eleito pertence ao mesmo projeto. Seria extremamente negativo para todos nós, uma suposta vitória de um projeto diferente ao do eleito no primeiro turno aqui, pois afastaria a grande possibilidade de após tantos anos haver uma ligação direta do Estado com a União, o que certamente beneficiaria todos os setores da economia, bem como as questões sociais.
Portanto, a cada dia que passa devemos intensificar nossa campanha, congregando todos os votos que ainda estão indecisos ou, a partir de um histórico inegável de conquistas, crescimento e desenvolvimento, convencer aqueles que por qualquer que seja o motivo possam estar apoiando o que de fato não conhecem, pois papel, internet e TV aceitam tudo, porém a história conta a verdade.
Nos próximos dias será inaugurado mais um Comitê Dilma Presidente, na rua João pessoa próximo ao Paradão, para que toda a comunidade possa além de retirar alguma dúvida, adquirir material para a batalha. A luta continua companheiros.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
Profissionais do Ano - Jornal Ibia
Nossa ação parlamentar, mais uma vez foi reconhecida pela comunidade montenegrina. Isso aumenta ainda mais nossa responsabilidade e reafirma que estamos no caminho certo.
Fomos destacados, recebendo o prêmio profissionais do ano, do Jornal Ibia, na categoria Político municipal 2010. Acompanhe aqui alguns momentos da festa de premiação.
Fomos destacados, recebendo o prêmio profissionais do ano, do Jornal Ibia, na categoria Político municipal 2010. Acompanhe aqui alguns momentos da festa de premiação.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Profissionais do Ano - Jornal Ibia
O evento será dia 15 de outubro no Clube Cantegril em Montenegro, no ano passado o Vereador Tuco ganhou o prêmio como profissional no segmento Vereador. A repercussão do nosso trabalho nos rendeu novamente uma distinção. Neste ano fomos agraciados com o troféu no segmento Político Municipal. Ficamos muito lisongiados pelos votos que recebemos, pois além de serem votos da comunidade, isso mostra que nossa ação tem ultrapassado as paredes do Legislativo, atingindo todas as áreas da nossa Política Municipal. Mais uma vez agradeço pelos votos confiados a mim, e com certeza estarei sempre retribuindo com ações que beneficiam nossa cidade.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Entrevista de Dilma - Falando sobre os Idosos
Nós estamos muito afinados com o Governo Federal e seus projetos, uma de nossas prioridades é a questão do Idoso.
Assista o vídeo e veja o que Dilma pensa sobre o assunto.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
Assista o vídeo e veja o que Dilma pensa sobre o assunto.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
Urgente!!!
Matéria da Editoria:
Política
05/10/2010
Padre e bispos da CNBB-SP cometeram crime eleitoral
Integrantes de ala ultra-conservadora da Igreja Católica distribuíram panfleto na saída de missas e fizeram proselitismo contra a candidata Dilma Rousseff, no dia da eleição. O bispo de Jales, Demétrio Valentini, denunciou que integrantes da Regional Sul da CNBB, entre eles o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga (foto) articularam trama para induzir os fiéis a acreditar que o panfleto expressava posição da CNBB, o que foi negado pela direção da entidade. “A nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, denunciou o bispo de Jales. Prática constitui crime eleitoral punível com detenção de seis meses a um ano.
Marco Aurélio Weissheimer
Data: 05/10/2010
O padre Paulo Sampaio Sandes, articulado com o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga, e um grupo de outros integrantes da ala ultra-conservadora da Igreja Católica cometeram crime eleitoral no domingo (3), dia da realização do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil. Conforme matéria de Maria Inês Nassif, publicada no jornal Valor Econômico (04/10/2010), Sandes, Gonzaga e outros elementos distribuíram propaganda eleitoral e fizeram proselitismo em espaço público valendo-se de sua condição de religiosos contra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, que, na avaliação dos citados, seria contrária aos “valores cristãos”.
Esse tipo de prática é expressamente proibido pela legislação eleitoral brasileira. O panfleto distribuído pelos religiosos no dia da eleição é assinado pelos bispos Dom Nelson Westrupp, Dom Benedito Beni dos Santos e Dom Airton José dos Santos.
O artigo 37, da Lei n° 9.504, proíbe esse tipo de manifestação em bens de uso comum. O parágrafo 4°, do referido artigo, inclui os templos religiosos nesta categoria:
“Bens de uso comum, para fins eleitorais, são os assim definidos pela Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada”.
E o artigo 39, da mesma lei, afirma que:
“Constituem crimes, no dia da eleição, puníveis com detenção, de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de cinco mil a quinze mil UFIR”:
(…)
II – a distribuição de material de propaganda política, inclusive volantes e outros impressos, ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes a influir na vontade do eleitor.
II – a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna
III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário.
III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.
A matéria relata que, no dia da eleição, o padre Paulo Sampaio Sandes expôs na homilia o suposto veto da Igreja Católica brasileira a Dilma e a todos os candidatos do PT. Segundo informa Maria Inês Nassif, o padre Paulo faz parte de uma congregação tradicional que é contra, entre outras coisas, o aborto, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais de homossexuais. Na saída da missa, o padre distribuiu uma carta onde a regional da CNBB pede aos fies que não votem em candidatos que defendem o aborto, nomeando os candidatos petistas. Não foi um caso isolado.
O bispo de Jales, Demétrio Valentini (foto), denunciou que integrantes da Regional Sul, contando com a conivência de alguns bispos, articularam uma trama para induzir os fiéis paulistas a acreditarem que a CNBB nacional tinha imposto um veto aos candidatos do PT nessas eleições, o que é negado pela direção da entidade. “Estamos constrangidos, pois a nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, disse Valentini ao Valor.
A Regional Sul 1, que abrange as dioceses do Estado de São Paulo, recomendou que às paróquias que distribuíssem o “Apelo aos Brasileiros”, que acusa o PT de ser parceiro do “imperialismo demográfico representado por fundações norteamericanas” e de “apoiar o aborto”. Apesar do desmentido da CNBB nacional, o documento foi distribuído em diversas igrejas de São Paulo, causando, segundo a opinião de diversos analistas e da maioria dos meios de comunicação um considerável prejuízo à candidata.
Política
05/10/2010
Padre e bispos da CNBB-SP cometeram crime eleitoral
Integrantes de ala ultra-conservadora da Igreja Católica distribuíram panfleto na saída de missas e fizeram proselitismo contra a candidata Dilma Rousseff, no dia da eleição. O bispo de Jales, Demétrio Valentini, denunciou que integrantes da Regional Sul da CNBB, entre eles o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga (foto) articularam trama para induzir os fiéis a acreditar que o panfleto expressava posição da CNBB, o que foi negado pela direção da entidade. “A nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, denunciou o bispo de Jales. Prática constitui crime eleitoral punível com detenção de seis meses a um ano.
Marco Aurélio Weissheimer
Data: 05/10/2010
O padre Paulo Sampaio Sandes, articulado com o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga, e um grupo de outros integrantes da ala ultra-conservadora da Igreja Católica cometeram crime eleitoral no domingo (3), dia da realização do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil. Conforme matéria de Maria Inês Nassif, publicada no jornal Valor Econômico (04/10/2010), Sandes, Gonzaga e outros elementos distribuíram propaganda eleitoral e fizeram proselitismo em espaço público valendo-se de sua condição de religiosos contra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, que, na avaliação dos citados, seria contrária aos “valores cristãos”.
Esse tipo de prática é expressamente proibido pela legislação eleitoral brasileira. O panfleto distribuído pelos religiosos no dia da eleição é assinado pelos bispos Dom Nelson Westrupp, Dom Benedito Beni dos Santos e Dom Airton José dos Santos.
O artigo 37, da Lei n° 9.504, proíbe esse tipo de manifestação em bens de uso comum. O parágrafo 4°, do referido artigo, inclui os templos religiosos nesta categoria:
“Bens de uso comum, para fins eleitorais, são os assim definidos pela Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada”.
E o artigo 39, da mesma lei, afirma que:
“Constituem crimes, no dia da eleição, puníveis com detenção, de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de cinco mil a quinze mil UFIR”:
(…)
II – a distribuição de material de propaganda política, inclusive volantes e outros impressos, ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes a influir na vontade do eleitor.
II – a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna
III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário.
III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.
A matéria relata que, no dia da eleição, o padre Paulo Sampaio Sandes expôs na homilia o suposto veto da Igreja Católica brasileira a Dilma e a todos os candidatos do PT. Segundo informa Maria Inês Nassif, o padre Paulo faz parte de uma congregação tradicional que é contra, entre outras coisas, o aborto, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais de homossexuais. Na saída da missa, o padre distribuiu uma carta onde a regional da CNBB pede aos fies que não votem em candidatos que defendem o aborto, nomeando os candidatos petistas. Não foi um caso isolado.
O bispo de Jales, Demétrio Valentini (foto), denunciou que integrantes da Regional Sul, contando com a conivência de alguns bispos, articularam uma trama para induzir os fiéis paulistas a acreditarem que a CNBB nacional tinha imposto um veto aos candidatos do PT nessas eleições, o que é negado pela direção da entidade. “Estamos constrangidos, pois a nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, disse Valentini ao Valor.
A Regional Sul 1, que abrange as dioceses do Estado de São Paulo, recomendou que às paróquias que distribuíssem o “Apelo aos Brasileiros”, que acusa o PT de ser parceiro do “imperialismo demográfico representado por fundações norteamericanas” e de “apoiar o aborto”. Apesar do desmentido da CNBB nacional, o documento foi distribuído em diversas igrejas de São Paulo, causando, segundo a opinião de diversos analistas e da maioria dos meios de comunicação um considerável prejuízo à candidata.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
O segundo turno e a revolução democrática no Brasil
O resultado do primeiro turno indica que toda a nossa militância política, a do PT e de todos os partidos aliados, teremos que ir à luta para garantir a continuidade da revolução democrática em andamento no Brasil, elegendo Dilma contra Serra. O governo Lula colocou em marcha essa revolução, depois da eleição de 2002. Não foi até agora um processo simples. Não o será daqui para frente. É, no entanto, uma revolução inédita no Brasil, e que, levada adiante, pode assegurar a construção de uma nação não só poderosa economicamente, como já o somos, como também, e sobretudo, uma nação justa, que modifique nossas tradicionais estruturas voltadas à concentração de renda e à desigualdade, ainda das maiores do mundo entre nós. Uma nação que democraticamente incorpore em profundidade a presença do povo brasileiro, que pense o desenvolvimento sempre em razão da maioria, e não voltado a atender aos interesses de uma minoria. Por tudo isso, será essencial que nos coloquemos todos em campo, insistindo na importância de levar adiante tal revolução.
Essa revolução, que será de longo curso, já quebrou alguns paradigmas. O primeiro deles, talvez, o de imaginar o glorioso dia da revolução, como muitos de nós imaginávamos acontecer, dia em que o paraíso se estabeleceria, e as estruturas antigas desmoronariam como que por encanto. Não pensávamos a longo prazo. Não pensávamos como Gramsci na guerra de posição. Imaginávamos sempre a guerra de movimento, a conquista do Palácio de Inverno. Advogávamos, muitos de nós, o corte abrupto, súbito, a tomada do poder, a ditadura do proletariado, e então, tudo se faria, com violência se fosse o caso, e sem democracia. Sob a democracia, então denominada burguesa, não seria possível promover transformações na vida do povo.
O governo Lula provou o contrário. A guerra de posição, se me permitem a metáfora, foi caminhando, e promovendo conquistas extraordinárias. E essas conquistas levaram sempre em conta as necessidades, os direitos do nosso povo, especialmente do nosso povo mais pobre. Depois de Vargas, este foi o primeiro governo a novamente pensar no povo brasileiro mais pobre, e o governo Lula, para ser verdadeiro, foi muito mais amplo no esforço de garantir a presença do povo brasileiro, e insista-se, do povo mais pobre, na dinâmica de desenvolvimento do País, à Celso Furtado, que é sempre bom lembrar os grandes pensadores, e Celso é um dos maiores deles. Aqui, a revolução democrática derrotava outro paradigma – o paradigma tecnocrático e com origem nas classes dominantes, de que era primeiro necessário crescer para depois então distribuir renda.
Vargas, para não sermos injustos, pensou um projeto de nação, e desenvolveu economicamente o País à base da idéia da inclusão dos trabalhadores urbanos, e não seria justo dizer, à FHC, que toda aquela experiência deveria ser negada sob o rótulo simplista de populismo. O governo Lula, no entanto, no leito da revolução democrática, foi muito além, e por isso incorporou à vida, à cidadania coisa de mais de 30 milhões de pessoas, retiradas da miséria absoluta, retiradas da condição do não ser. Incorporou com políticas públicas ousadas, enfrentando o apetite da grande burguesia, das classes dominantes, e até os preconceitos do esquerdismo infantil, que não aceita a melhoria das condições de vida do povo senão pelo processo do corte abrupto, como se esse corte fosse possível nas condições brasileiras. E enquanto ele não se dá, essa esquerda permanece imobilizada. A idéia, tão acalentada pela esquerda, da criação de um mercado de massas, concretizou-se sob o governo Lula, sob a revolução democrática em andamento.
Claro que essas transformações, efetivadas pelas políticas públicas em andamento, que vão do Bolsa Família à recuperação do salário mínimo, e passam pelo Luz para Todos, pelo Pronaf, pelo Prouni, para lembrar alguns aspectos dessas políticas, foram feitas à base da extraordinária coragem e determinação do presidente Lula e, também, de sua fantástica capacidade de negociação. E Lula, aqui, quebrava outro paradigma nosso, da esquerda: o de que tudo se conquista pelo confronto. Lula aprendeu, na vida sindical, e depois levou esse ensinamento para a política, que é sempre melhor uma boa negociação do que uma greve. Que a greve pela greve não interessa. Na política, nunca perdeu o rumo, nunca deixou de olhar para os mais pobres, em momento algum. Mas, soube dar um passo adiante, dois atrás, depois três adiante, tendo como objetivo a melhoria de condições de vida do nosso povo.
O governo Lula teve a coragem de colocar na agenda política brasileira as questões da luta pela igualdade racial, pela emancipação feminina, pelos direitos humanos e por um meio ambiente equilibrado, temas caros a uma esquerda renovada e democrática. Temas da revolução democrática. Recentemente, os direitos humanos, abrigados no Plano Nacional de Direitos 3, sofreram um bombardeio de setores conservadores, como se tal plano fosse apenas uma iniciativa do governo, e não resultado de uma ampla e democrática conferência nacional. E por falar nisso, outro aspecto colocado na agenda política pelo governo Lula foi o da participação popular. Contribuiu decisivamente para a realização de conferências nacionais que mobilizaram milhões de pessoas e que contribuem decisivamente para a elaboração das políticas públicas do governo. Na democracia atual, reclama-se o crescimento da participação direta. Não é mais possível pensar apenas no seu caráter representativo.
Quando falo da capacidade de negociação do presidente Lula, não desconheço sua ousadia quando necessário. Esses temas todos não são fáceis de serem apresentados à sociedade. Quando Lula vai, por exemplo, a uma conferência de LGBT, não só legitima o direito à diversidade, quanto enfrenta o pensamento conservador, que ainda tem força em nossa sociedade. Lula, mesmo que não tenha tido uma formação clássica de esquerda, foi ao longo da vida, e do governo, assumindo posições da esquerda contemporânea, tomando atitudes próprias de uma esquerda renovada. Foi ao longo do governo um extraordinário dirigente da revolução democrática em curso, que orgulhou a todos nós. Sobretudo porque, insisto, em momento algum vacilou em relação à prioridade das políticas públicas, que deveriam estar voltadas, como estiveram, para a melhoria das condições de vida do povo brasileiro.
Essa não é, como se sabe, como já disse, uma caminhada fácil. Chegar a isso exigiu muita luta. Confesso que alimentei ilusões de um debate de bom nível sobre o Brasil nessas eleições. Especialmente porque olhava para o passado de Serra, e imaginava que ele tentasse ser digno dele. Penso no passado de resistência à ditadura e de seu papel como ex-presidente da UNE. Até de sua capacidade de formulação intelectual. Enganei-me. Serra assumiu no primeiro turno posições próprias da extrema-direita, lamentavelmente. E escondeu o seu programa neoliberal, como escondeu o próprio Fernando Henrique Cardoso. Preferiu ser um udenista tardio, um Lacerda do novo milênio. Lacerda foi a tragédia, Serra a triste, melancólica farsa.
Quem sabe, no segundo turno ele consiga travar um debate de melhor nível. A mídia hegemônica, outra vez, aquela das três famílias, ou das poucas, reduzidas famílias, fez o que podia e o que não podia para desacreditar Dilma Rousseff, para apresentá-la como uma candidata sem condições, tentando sempre envolvê-la em escândalos. Dilma cresceu durante a campanha, desenvolveu sua capacidade de argumentação, enfrentou bem o seu principal adversário. Apresentou o programa da revolução democrática, baseada naquilo que foi realizado pelo governo Lula Agora é enfrentar o segundo turno com muita firmeza. Em duas eleições demonstramos nossa capacidade. E vamos também demonstrar nas deste ano.
O segundo turno permitirá uma discussão mais aprofundada do nosso projeto. Devemos dizer que a revolução democrática deve caminhar mais. Sempre e sempre com base na democracia, na participação cada vez mais consciente do nosso povo, e não apenas nas eleições, mas também nestas, sempre. Insistir que nosso projeto pretende garantir mais e mais a distribuição de renda. Combater a desigualdade social profunda que ainda nos afeta. Ir fundo na revolução educacional iniciada nos primeiros oito anos. Assegurar o desenvolvimento sustentável. Crescimento econômico a taxas altas não pode nos inebriar e nos levar a uma política que não leve em conta a importância da preservação do meio ambiente. Enfrentar de peito aberto, com firmeza e capacidade, a questão urbana brasileira, especialmente a das médias e grandes metrópoles, que condensam nossos principais problemas nos dias de hoje.
Segundo turno é outra eleição, costuma se dizer, e com razão. Não está posto que os votos dados a Marina, mesmo que eventualmente o PV venha a apoiar Serra ou que Marina também o faça, se transfiram para o candidato tucano. Seguramente, tais votos têm um claro pendor progressista, ao menos uma grande parcela deles. E penso tendem a migrar em sua maioria para a candidatura Dilma. Ou, dito de outra forma, tendem a optar pela revolução democrática em andamento no Brasil. Claro que isso pode parecer apenas expressão do meu pensamento desejoso, e de alguma forma o é. Mas, também, é parte da análise de outras situações de segundo turno.
O povo brasileiro adiou a sua decisão, quem sabe para avaliar melhor o quadro, como o fez nas duas eleições de Lula. E agora, como agiu em relação a Lula, penso, no segundo turno também elegerá Dilma para não perder tudo que conquistou ao longo dos oito anos de governo Lula. Nossa militância, no entanto, sabe que deverá estar nas ruas, defendendo com toda firmeza o nosso projeto, a revolução democrática que está mudando a vida do povo brasileiro.
Emiliano José é jornalista, escritor, militante político, filiado ao PT.
Essa revolução, que será de longo curso, já quebrou alguns paradigmas. O primeiro deles, talvez, o de imaginar o glorioso dia da revolução, como muitos de nós imaginávamos acontecer, dia em que o paraíso se estabeleceria, e as estruturas antigas desmoronariam como que por encanto. Não pensávamos a longo prazo. Não pensávamos como Gramsci na guerra de posição. Imaginávamos sempre a guerra de movimento, a conquista do Palácio de Inverno. Advogávamos, muitos de nós, o corte abrupto, súbito, a tomada do poder, a ditadura do proletariado, e então, tudo se faria, com violência se fosse o caso, e sem democracia. Sob a democracia, então denominada burguesa, não seria possível promover transformações na vida do povo.
O governo Lula provou o contrário. A guerra de posição, se me permitem a metáfora, foi caminhando, e promovendo conquistas extraordinárias. E essas conquistas levaram sempre em conta as necessidades, os direitos do nosso povo, especialmente do nosso povo mais pobre. Depois de Vargas, este foi o primeiro governo a novamente pensar no povo brasileiro mais pobre, e o governo Lula, para ser verdadeiro, foi muito mais amplo no esforço de garantir a presença do povo brasileiro, e insista-se, do povo mais pobre, na dinâmica de desenvolvimento do País, à Celso Furtado, que é sempre bom lembrar os grandes pensadores, e Celso é um dos maiores deles. Aqui, a revolução democrática derrotava outro paradigma – o paradigma tecnocrático e com origem nas classes dominantes, de que era primeiro necessário crescer para depois então distribuir renda.
Vargas, para não sermos injustos, pensou um projeto de nação, e desenvolveu economicamente o País à base da idéia da inclusão dos trabalhadores urbanos, e não seria justo dizer, à FHC, que toda aquela experiência deveria ser negada sob o rótulo simplista de populismo. O governo Lula, no entanto, no leito da revolução democrática, foi muito além, e por isso incorporou à vida, à cidadania coisa de mais de 30 milhões de pessoas, retiradas da miséria absoluta, retiradas da condição do não ser. Incorporou com políticas públicas ousadas, enfrentando o apetite da grande burguesia, das classes dominantes, e até os preconceitos do esquerdismo infantil, que não aceita a melhoria das condições de vida do povo senão pelo processo do corte abrupto, como se esse corte fosse possível nas condições brasileiras. E enquanto ele não se dá, essa esquerda permanece imobilizada. A idéia, tão acalentada pela esquerda, da criação de um mercado de massas, concretizou-se sob o governo Lula, sob a revolução democrática em andamento.
Claro que essas transformações, efetivadas pelas políticas públicas em andamento, que vão do Bolsa Família à recuperação do salário mínimo, e passam pelo Luz para Todos, pelo Pronaf, pelo Prouni, para lembrar alguns aspectos dessas políticas, foram feitas à base da extraordinária coragem e determinação do presidente Lula e, também, de sua fantástica capacidade de negociação. E Lula, aqui, quebrava outro paradigma nosso, da esquerda: o de que tudo se conquista pelo confronto. Lula aprendeu, na vida sindical, e depois levou esse ensinamento para a política, que é sempre melhor uma boa negociação do que uma greve. Que a greve pela greve não interessa. Na política, nunca perdeu o rumo, nunca deixou de olhar para os mais pobres, em momento algum. Mas, soube dar um passo adiante, dois atrás, depois três adiante, tendo como objetivo a melhoria de condições de vida do nosso povo.
O governo Lula teve a coragem de colocar na agenda política brasileira as questões da luta pela igualdade racial, pela emancipação feminina, pelos direitos humanos e por um meio ambiente equilibrado, temas caros a uma esquerda renovada e democrática. Temas da revolução democrática. Recentemente, os direitos humanos, abrigados no Plano Nacional de Direitos 3, sofreram um bombardeio de setores conservadores, como se tal plano fosse apenas uma iniciativa do governo, e não resultado de uma ampla e democrática conferência nacional. E por falar nisso, outro aspecto colocado na agenda política pelo governo Lula foi o da participação popular. Contribuiu decisivamente para a realização de conferências nacionais que mobilizaram milhões de pessoas e que contribuem decisivamente para a elaboração das políticas públicas do governo. Na democracia atual, reclama-se o crescimento da participação direta. Não é mais possível pensar apenas no seu caráter representativo.
Quando falo da capacidade de negociação do presidente Lula, não desconheço sua ousadia quando necessário. Esses temas todos não são fáceis de serem apresentados à sociedade. Quando Lula vai, por exemplo, a uma conferência de LGBT, não só legitima o direito à diversidade, quanto enfrenta o pensamento conservador, que ainda tem força em nossa sociedade. Lula, mesmo que não tenha tido uma formação clássica de esquerda, foi ao longo da vida, e do governo, assumindo posições da esquerda contemporânea, tomando atitudes próprias de uma esquerda renovada. Foi ao longo do governo um extraordinário dirigente da revolução democrática em curso, que orgulhou a todos nós. Sobretudo porque, insisto, em momento algum vacilou em relação à prioridade das políticas públicas, que deveriam estar voltadas, como estiveram, para a melhoria das condições de vida do povo brasileiro.
Essa não é, como se sabe, como já disse, uma caminhada fácil. Chegar a isso exigiu muita luta. Confesso que alimentei ilusões de um debate de bom nível sobre o Brasil nessas eleições. Especialmente porque olhava para o passado de Serra, e imaginava que ele tentasse ser digno dele. Penso no passado de resistência à ditadura e de seu papel como ex-presidente da UNE. Até de sua capacidade de formulação intelectual. Enganei-me. Serra assumiu no primeiro turno posições próprias da extrema-direita, lamentavelmente. E escondeu o seu programa neoliberal, como escondeu o próprio Fernando Henrique Cardoso. Preferiu ser um udenista tardio, um Lacerda do novo milênio. Lacerda foi a tragédia, Serra a triste, melancólica farsa.
Quem sabe, no segundo turno ele consiga travar um debate de melhor nível. A mídia hegemônica, outra vez, aquela das três famílias, ou das poucas, reduzidas famílias, fez o que podia e o que não podia para desacreditar Dilma Rousseff, para apresentá-la como uma candidata sem condições, tentando sempre envolvê-la em escândalos. Dilma cresceu durante a campanha, desenvolveu sua capacidade de argumentação, enfrentou bem o seu principal adversário. Apresentou o programa da revolução democrática, baseada naquilo que foi realizado pelo governo Lula Agora é enfrentar o segundo turno com muita firmeza. Em duas eleições demonstramos nossa capacidade. E vamos também demonstrar nas deste ano.
O segundo turno permitirá uma discussão mais aprofundada do nosso projeto. Devemos dizer que a revolução democrática deve caminhar mais. Sempre e sempre com base na democracia, na participação cada vez mais consciente do nosso povo, e não apenas nas eleições, mas também nestas, sempre. Insistir que nosso projeto pretende garantir mais e mais a distribuição de renda. Combater a desigualdade social profunda que ainda nos afeta. Ir fundo na revolução educacional iniciada nos primeiros oito anos. Assegurar o desenvolvimento sustentável. Crescimento econômico a taxas altas não pode nos inebriar e nos levar a uma política que não leve em conta a importância da preservação do meio ambiente. Enfrentar de peito aberto, com firmeza e capacidade, a questão urbana brasileira, especialmente a das médias e grandes metrópoles, que condensam nossos principais problemas nos dias de hoje.
Segundo turno é outra eleição, costuma se dizer, e com razão. Não está posto que os votos dados a Marina, mesmo que eventualmente o PV venha a apoiar Serra ou que Marina também o faça, se transfiram para o candidato tucano. Seguramente, tais votos têm um claro pendor progressista, ao menos uma grande parcela deles. E penso tendem a migrar em sua maioria para a candidatura Dilma. Ou, dito de outra forma, tendem a optar pela revolução democrática em andamento no Brasil. Claro que isso pode parecer apenas expressão do meu pensamento desejoso, e de alguma forma o é. Mas, também, é parte da análise de outras situações de segundo turno.
O povo brasileiro adiou a sua decisão, quem sabe para avaliar melhor o quadro, como o fez nas duas eleições de Lula. E agora, como agiu em relação a Lula, penso, no segundo turno também elegerá Dilma para não perder tudo que conquistou ao longo dos oito anos de governo Lula. Nossa militância, no entanto, sabe que deverá estar nas ruas, defendendo com toda firmeza o nosso projeto, a revolução democrática que está mudando a vida do povo brasileiro.
Emiliano José é jornalista, escritor, militante político, filiado ao PT.
Campanha fará esclarecimentos para desfazer calúnias contra Dilma
A candidata do PT ao Palácio do Planalto e campeã do primeiro turno das eleições, Dilma Rousseff, afirmou ontem (4), em entrevista coletiva, que sua campanha não permitirá mais que ataques vis e de baixo nível do adversário fiquem sem resposta. Segundo ela, está em estudo uma forma de esclarecer as dúvidas estimuladas nos eleitores pelos boatos.
“Foi uma campanha tanto mais difícil porque quem me acusava não aparecia. Teve uma campanha insidiosa que não lança verdades. Nós estamos pensando em como nos comportar. Seguramente vamos fazer um movimento para esclarecer nossa posição sobre essas questões”, explicou.
Ela lamentou que os adversários políticos tenham feito campanha negativa e espalhado boatos, calúnias e difamações.
Maioria no Congresso
Dilma disse que o resultado das eleições deve ser comemorado porque, além de sua vitória, a coalizão Para o Brasil Seguir Mudando saiu vitoriosa em vários estados e elegeu uma base sólida de governadores e parlamentares para que ela possa governar.
“Tivemos a felicidade de eleger maioria na Câmara e no Senado. É uma coligação que teve uma eleição muito produtiva. Isso é muito importante no Brasil, porque vai permitir obviamente que caso eu seja eleita ter maioria para poder modificar a legislação e fazer algumas reformas”, disse.
“Foi uma campanha tanto mais difícil porque quem me acusava não aparecia. Teve uma campanha insidiosa que não lança verdades. Nós estamos pensando em como nos comportar. Seguramente vamos fazer um movimento para esclarecer nossa posição sobre essas questões”, explicou.
Ela lamentou que os adversários políticos tenham feito campanha negativa e espalhado boatos, calúnias e difamações.
Maioria no Congresso
Dilma disse que o resultado das eleições deve ser comemorado porque, além de sua vitória, a coalizão Para o Brasil Seguir Mudando saiu vitoriosa em vários estados e elegeu uma base sólida de governadores e parlamentares para que ela possa governar.
“Tivemos a felicidade de eleger maioria na Câmara e no Senado. É uma coligação que teve uma eleição muito produtiva. Isso é muito importante no Brasil, porque vai permitir obviamente que caso eu seja eleita ter maioria para poder modificar a legislação e fazer algumas reformas”, disse.
Dilma recebe governadores eleitos e mostra a força política de sua candidatura
O primeiro dia do segundo turno foi uma oportunidade para celebrar a vitória de aliados e de acertar a estratégia da campanha presidencial neste mês. A candidata Dilma Roussef recebeu nesta segunda-feira (4), em Brasília, todos os governadores da sua base aliada eleitos no primeiro turno, mais os senadores e deputados de vários partidos para uma reunião.
O encontro serviu para unir forças e traçar estratégias para a vitória no segundo turno, contra o candidato que representa do governo Fernando Henrique Cardoso e o período em que o Brasil não crescia, não distribuía renda e não gerava empregos.
Dilma parabenizou a todos pelas suas vitórias, agradeceu o apoio que recebeu nos estados e pediu ajuda para vencer a segunda parte do pleito.
“Vocês nos ajudarão a fazer o enfrentamento daqui para frente. Suportamos durantes seis meses o embate. E, agora, contamos com a ajuda de vocês para vencer e continuar o projeto do presidente Lula”, conclamou.
Todos lamentaram os ataques de baixo nível dos adversários, que tiraram as chances de vitória no primeiro turno, mas demonstraram que estão preparados para dar a vitória à Dilma. A maioria dos aliados também sugeriu à candidata que não responda a esses ataques e continue a apresentar suas propostas, porque a população sabe que sua vida melhorou no governo Lula.
Conversa com Marina
Também ficou decidido que a coligação fará uma aproximação com a candidata do PV, Marina Silva, mas que respeitará o tempo de decisão da senadora.
“Não temos porque não pedir o apoio da Marina. Acho que ela tem mais relações conosco do que com nosso adversário. Mas essa conversa tem que ser respeitosa e cada um tem seu tempo para amadurecer as decisões. Temos que aguardar o tempo dela”, defendeu Dilma.
A candidata também falou que a reunião era para mobilizar os aliados para a vitória. “Essa é uma reunião de mobilização. A gente preciso que nos estados os eleitos assumam a função de coordenadores da campanha”, explicou a candidata aos aliados.
O encontro serviu para unir forças e traçar estratégias para a vitória no segundo turno, contra o candidato que representa do governo Fernando Henrique Cardoso e o período em que o Brasil não crescia, não distribuía renda e não gerava empregos.
Dilma parabenizou a todos pelas suas vitórias, agradeceu o apoio que recebeu nos estados e pediu ajuda para vencer a segunda parte do pleito.
“Vocês nos ajudarão a fazer o enfrentamento daqui para frente. Suportamos durantes seis meses o embate. E, agora, contamos com a ajuda de vocês para vencer e continuar o projeto do presidente Lula”, conclamou.
Todos lamentaram os ataques de baixo nível dos adversários, que tiraram as chances de vitória no primeiro turno, mas demonstraram que estão preparados para dar a vitória à Dilma. A maioria dos aliados também sugeriu à candidata que não responda a esses ataques e continue a apresentar suas propostas, porque a população sabe que sua vida melhorou no governo Lula.
Conversa com Marina
Também ficou decidido que a coligação fará uma aproximação com a candidata do PV, Marina Silva, mas que respeitará o tempo de decisão da senadora.
“Não temos porque não pedir o apoio da Marina. Acho que ela tem mais relações conosco do que com nosso adversário. Mas essa conversa tem que ser respeitosa e cada um tem seu tempo para amadurecer as decisões. Temos que aguardar o tempo dela”, defendeu Dilma.
A candidata também falou que a reunião era para mobilizar os aliados para a vitória. “Essa é uma reunião de mobilização. A gente preciso que nos estados os eleitos assumam a função de coordenadores da campanha”, explicou a candidata aos aliados.
O peso de uma escolha
O último pleito eleitoral, que de fato não acabou, foi um exemplo de cidadania, onde os brasileiros e brasileiras, puderam expressar seus anseios, suas confianças, desconfianças e até sua indignação elegendo um Tiririca, ou seja, já que é uma palhaçada......
Na verdade esse é um protesto estéril, uma vez que não existe qualquer resultado nisso, e torna mais uma vez a democracia em vala comum. Sempre quem acaba perdendo é o próprio povo. Eis o peso de uma escolha. Já falei em outros momentos daquele jargão cruel mas verdadeiro que diz: “ Cada povo tem o governante que merece”. Ora, em nível municipal as coisas não são diferentes. Veja por exemplo os últimos acontecimentos polêmicos, os quais tiveram grandes repercussões na mídia local, que tratavam de perseguição e abuso de poder. Obviamente, onde há fumaça há fogo e os representantes dos atingidos nunca se manifestariam se não fossem provocados por tais ou a coisa fosse notória demais. No entanto, em alguns pontos retrocedemos e o que nos sobra um exemplo deplorável do que não devemos fazer. Que saudade dos tempos do sinetaço, do panelaço e de outros aços do passado. Agora, volta a valer a lei do mais forte, do silêncio e da conivência, pois quem cala consente. É compreensível, humanamente falando, pois todos precisam obter o sustento com o suor de seus rostos, o incompreensível é manter no poder quem oprime. Compadeço-me com aqueles que sofrem calados e que questionados se vêem entre a cruz e a espada. Contudo, existe um tempo pra cada coisa e nosso dia vai chegar, onde o leão e o cordeiro deitarão lado a lado e não haverá mais dor!
Sou como a voz que clama no deserto, pois em muitos momentos estou só, e quando penso encontrar abrigo, são só palavras soltas ao vento. Existe também o cômodo, que mesmo não sendo nada insiste em agir como o espinho na carne a ferir, a sangrar e a roubar sonhos. E por falar em roubo, tão feio quanto é mentir, enganar e vencer ao peso desta mentira. O homem que transporta o mal remove a barreira da ética e é como a mulher a ser traída e a aplaudir, como se ninguém soubesse de seus crimes. Nada há de oculto que não venha a ser revelado.
Para este segundo turno, o mais importante e a ser observado pelo povo é a posição de cada um, pois quem é sério tem lado. O ladrão é que fica em cima do muro. Pra que lado cairá?
A máxima que fica portanto é que no final havemos de regozijar-nos ou suportar o peso de uma escolha. Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
Na verdade esse é um protesto estéril, uma vez que não existe qualquer resultado nisso, e torna mais uma vez a democracia em vala comum. Sempre quem acaba perdendo é o próprio povo. Eis o peso de uma escolha. Já falei em outros momentos daquele jargão cruel mas verdadeiro que diz: “ Cada povo tem o governante que merece”. Ora, em nível municipal as coisas não são diferentes. Veja por exemplo os últimos acontecimentos polêmicos, os quais tiveram grandes repercussões na mídia local, que tratavam de perseguição e abuso de poder. Obviamente, onde há fumaça há fogo e os representantes dos atingidos nunca se manifestariam se não fossem provocados por tais ou a coisa fosse notória demais. No entanto, em alguns pontos retrocedemos e o que nos sobra um exemplo deplorável do que não devemos fazer. Que saudade dos tempos do sinetaço, do panelaço e de outros aços do passado. Agora, volta a valer a lei do mais forte, do silêncio e da conivência, pois quem cala consente. É compreensível, humanamente falando, pois todos precisam obter o sustento com o suor de seus rostos, o incompreensível é manter no poder quem oprime. Compadeço-me com aqueles que sofrem calados e que questionados se vêem entre a cruz e a espada. Contudo, existe um tempo pra cada coisa e nosso dia vai chegar, onde o leão e o cordeiro deitarão lado a lado e não haverá mais dor!
Sou como a voz que clama no deserto, pois em muitos momentos estou só, e quando penso encontrar abrigo, são só palavras soltas ao vento. Existe também o cômodo, que mesmo não sendo nada insiste em agir como o espinho na carne a ferir, a sangrar e a roubar sonhos. E por falar em roubo, tão feio quanto é mentir, enganar e vencer ao peso desta mentira. O homem que transporta o mal remove a barreira da ética e é como a mulher a ser traída e a aplaudir, como se ninguém soubesse de seus crimes. Nada há de oculto que não venha a ser revelado.
Para este segundo turno, o mais importante e a ser observado pelo povo é a posição de cada um, pois quem é sério tem lado. O ladrão é que fica em cima do muro. Pra que lado cairá?
A máxima que fica portanto é que no final havemos de regozijar-nos ou suportar o peso de uma escolha. Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Eleições 2010
Parabéns aos nossos candidatos eleitos, estamos 100% satisfeitos, conseguimos eleger nossos candidatos.
Governador
Tarso Genro
Senador
Paulo Paim
Deputado Federal
Henrique Fontana
Deputado Estadual
Stela Farias
E agora para o 2º Turno é a vez de
Dilma 13
Vamos lá todos juntos...
Para Presidente, para o Brasil seguir mudando,
é Dilma Presidente
Dilma: garra e energia para vencer o segundo turno
Garra e energia foram as palavras escolhidas pela candidata Dilma Rousseff para definir como serão os próximos dias na disputa do segundo turno das eleições presidenciais. Num pronunciamento em Brasília, a petista citou os mais de 47 milhões de votos que ela recebeu hoje dos eleitores de todo país.
A candidata salientou que a disputa do segundo turno será importante para detalhar suas propostas, principalmente em relação à erradicação da miséria no país e ao desenvolvimento que atenda todos os 190 milhões de brasileiros. “Vou encarar esse segundo turno com muita garra e energia", disse Dilma, ao lado dos coordenadores de sua campanha e do ministro da Fazenda, Guido Mantega.
“Agradeço os votos e me sinto honrada por eles. Agradeço os candidatos que concorreram nesse pleito. Cumprimento o candidato José Serra, a candidata Marisa [Silva] pelo desempenho. E cumprimento também o candidato Plínio [Arruda] e os demais candidatos”, afirmou.
Militância
Segundo ela, foi fundamental o papel aguerrido dos militantes de todos os partidos que compõem a coligação Para o Brasil Seguir Mudando na reta final do primeiro turno das eleições. Disse que eles são guerreiros e têm "grande poder de chegada".
“Quero destacar e fazer um agradecimento especial para nossa militância aguerrida, tanto do meu partido como dos partidos aliados. Nós somos bastante guerreiros e somos acostumados a desafios, e somos de chegada. Tradicionalmente, a gente tem desempenhado bom no segundo turno”, disse, animada.
Dilma cumprimentou também os parlamentares aliados e de oposição que se elegeram nesse domingo e comemorou que as eleições transcorreram dentro da normalidade sem grandes incidentes.
“Cumprimento não só as dezenas de senadores e centenas de deputados da base aliada, mas também os senadores e deputados da oposição. Tivemos uma eleição com normalidade e foi um momento especial porque somos uma das maiores democracias do mundo e temos imensa capacidade de viver com o contraditório e as discussões”, salientou.
Entrevista
Dilma fez o breve pronunciamento e convocou os jornalistas para uma entrevista coletiva às 16h de segunda-feira. “Por hoje, faço só uma declaração, tanto em respeito a nossa militância, aos votos que recebemos, mas também em respeito a vocês [jornalistas] que esperaram longamente em todos os lugares que estive”, disse
Governador
Tarso Genro
Senador
Paulo Paim
Deputado Federal
Henrique Fontana
Deputado Estadual
Stela Farias
E agora para o 2º Turno é a vez de
Dilma 13
Vamos lá todos juntos...
Para Presidente, para o Brasil seguir mudando,
é Dilma Presidente
Dilma: garra e energia para vencer o segundo turno
Garra e energia foram as palavras escolhidas pela candidata Dilma Rousseff para definir como serão os próximos dias na disputa do segundo turno das eleições presidenciais. Num pronunciamento em Brasília, a petista citou os mais de 47 milhões de votos que ela recebeu hoje dos eleitores de todo país.
A candidata salientou que a disputa do segundo turno será importante para detalhar suas propostas, principalmente em relação à erradicação da miséria no país e ao desenvolvimento que atenda todos os 190 milhões de brasileiros. “Vou encarar esse segundo turno com muita garra e energia", disse Dilma, ao lado dos coordenadores de sua campanha e do ministro da Fazenda, Guido Mantega.
“Agradeço os votos e me sinto honrada por eles. Agradeço os candidatos que concorreram nesse pleito. Cumprimento o candidato José Serra, a candidata Marisa [Silva] pelo desempenho. E cumprimento também o candidato Plínio [Arruda] e os demais candidatos”, afirmou.
Militância
Segundo ela, foi fundamental o papel aguerrido dos militantes de todos os partidos que compõem a coligação Para o Brasil Seguir Mudando na reta final do primeiro turno das eleições. Disse que eles são guerreiros e têm "grande poder de chegada".
“Quero destacar e fazer um agradecimento especial para nossa militância aguerrida, tanto do meu partido como dos partidos aliados. Nós somos bastante guerreiros e somos acostumados a desafios, e somos de chegada. Tradicionalmente, a gente tem desempenhado bom no segundo turno”, disse, animada.
Dilma cumprimentou também os parlamentares aliados e de oposição que se elegeram nesse domingo e comemorou que as eleições transcorreram dentro da normalidade sem grandes incidentes.
“Cumprimento não só as dezenas de senadores e centenas de deputados da base aliada, mas também os senadores e deputados da oposição. Tivemos uma eleição com normalidade e foi um momento especial porque somos uma das maiores democracias do mundo e temos imensa capacidade de viver com o contraditório e as discussões”, salientou.
Entrevista
Dilma fez o breve pronunciamento e convocou os jornalistas para uma entrevista coletiva às 16h de segunda-feira. “Por hoje, faço só uma declaração, tanto em respeito a nossa militância, aos votos que recebemos, mas também em respeito a vocês [jornalistas] que esperaram longamente em todos os lugares que estive”, disse
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Comicío do Deputado Federal Henrique Fontana - POA
Em ganade evento realizado no parqaue da Harmonia em Porto Alegre no último domingo, estiveram reunidas grandes lideranças estaduais em apoio a candidatura de reeleição do Deputado federal Henrique Fontana.
O Vereador Tuco, como liderança Petista do Vale do Caí e apoiador do Deputado também se fez presente.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Vote 13
A marca da politica social do Partido dos Trabalhadores, é a participação popular coletiva. Nosso mandato, bem como, os mandatos do PT vem ao longo da história demostrando isso. Portanto, esse momento é extremamente importante para todos os cidadãos brasileiros, os quais deverão escolher entre dois projetos de País: Seguir com as conquistas aprovadas por mais de 80% da população, ou retroceder ao antigo sistema neoliberal das privatizações, endividamentos e favorecimento do grande capital nacional de poucos e estrangeiro.
Segue abaixo lista de apoio de nosso mandato:
13113 - Deputada Estadual Stela Farias
651 - Senadora Abgail
13 - Presidente Dilma
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Projeto que Institui a Semana Municipal de Luta da Pessoa com Deficiência e pela Acessibilidade
Na sessão do dia 09 de setembro, o Vereador Tuco entrou com o Projeto de Lei que institui a Semana de Luta da deficiência e pela Acessibilidade, o mesmo foi a votação na CGP e foi aprovado, na próxima semana dever'ir a votação no plenário, segue abaixo cópia do projeto e a exposição de motivos.
PROJETO DE LEI N.º 011/10
Institui a Semana Municipal de Luta da
Pessoa com Deficiência e pela
Acessibilidade
Art. 1.º Fica instituída, no Município de Montenegro, a Semana Municipal de Luta pela Pessoa com Deficiência e pela Acessibilidade, que se realizará, anualmente, na quarta semana do mês de Setembro.
Art. 2.º Na Semana Municipal de Luta pela Pessoa com Deficiência e pela Acessibilidade, realizar-se-ão debates, palestras e outros eventos.
Art. 3.º Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Câmara Municipal de Montenegro, 9 de setembro de 2010.
Vereador Marcos Gehlen ‘Tuco’ - PT
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
Exmo. Sr. Presidente;
Senhores Vereadores:
No dia 21 de setembro, comemora-se a nível nacional, o Dia de Luta da Pessoa com Deficiência. Graças aos grandes esforços empregados por muitos de nossos representantes políticos, atualmente a questão acessibilidade vem a cada dia tomando o espaço devido em nossa sociedade.
Com o objetivo de agregar nossa cidade ao rol de municípios que combatem a desigualdade, o preconceito e, sobretudo discute e promove a qualidade de vida a seus munícipes, apresentamos esse projeto que entendemos ser uma valiosa ferramenta na construção de uma nova cultura de valorização do ser humano.
Cremos que a partir de atividades, palestras e ações concretas, é possível atingirmos objetivos positivos nesta área.
Sala de Sessões, 9 de setembro de 2010.
Vereador Marcos Gehlen ‘Tuco’ – PT
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Audiência Pública - Transporte Público Urbano
A Câmara de Vereadores estará oportunizando a comunidade montenegrina um espaço para debater as recentes mudanças no transporte urbano,e também manifestar suas opiniões.
A audiência pública acontece dia 18 de agosto (quarta-feira), às 19h30min, no Plenário da Câmara Municipal. Comissão formada pelos Vereadores Marcos Gehlen (PT), Iria Camargo (PPS), Rose Almeida (PP), Ari Müller (PDT) e Joacir Menezes (PMDB) ficou responsável pela realização da audiência. Os vereadores lembram que esta é, de fato, a primeira oportunidade oficial para a população se manifestar a respeito das mudanças realizadas.
As alterações no transporte urbano, explorado pela Viação Montenegro mediante concessão da Prefeitura entraram em vigor dia 24 de julho. Envolvem a troca de horários das linhas urbanas e a necessidade dos usuários terem de embarcar em dois ônibus, ao invés de um, para se deslocarem aos bairros.
O proponente da audiência, Vereador Marcos Gehlen (PT), o “Tuco”, observa que será uma oportunidade da população estar presente e apresentar reclamações e sugestões.
Durante reunião na Câmara com os vereadores, Júlio Hoerlle, gerente da Viação Montenegro informou que algum ajuste vem sendo realizado, e classificou como muito importante a iniciativa de discutir o tema com os usuários.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Visita de Tarso a Montenegro
O candidato do PT a governor esteve em Montenegro visitando a Ecocitrus, ACI, Café Comercial, e inaugurando o Comite da Majoritária em Montenegro, esteve presente também o Deputado Federal Henrique Fontana candidato a reeleição e o candidato a Deputado Estadual Reyli Ruiz. Segue abaixo, as fotos da visita.
Gravidez na adolescência
Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade e responsabilidade.
O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar, adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, tem o mesmo histórico dos pais. A queda dos comportamentos conservadores, a liberdade idealizada, o hábito de “ficar” em encontros eventuais, a não utilização de métodos contraceptivos, embora haja distribuição gratuita pelos órgãos de saúde públicos, seja por desconhecimento ou por tentativa de esconder dos pais a vida sexual ativa, fazem com que a cada dia a atividade sexual infantil e juvenil cresça e consequentemente haja um aumento do número de gravidez na adolescência.
Para muitos destes jovens, não há perspectiva no futuro, não há planos de vida. Somado a isso, a falta de orientação sexual e de informações pertinentes, a mídia que passa aos jovens a intenção de sensualidade, libido, beleza e liberdade sexual, além da comum fase de fazer tudo por impulso, sem pensar nas consequências, aumenta ainda mais a incidência de gestação juvenil.
Por isso, o apoio da família é tão importante, pois a família é a base que poderá proporcionar compreensão, diálogo, segurança, afeto e auxílio para que tanto os adolescentes envolvidos quanto a criança que foi gerada se desenvolvam saudavelmente. Com o apoio da família, aborto e dificuldades de amamentação têm seus riscos diminuídos.
Portanto conversar com a família, procurar um profissional especializado para conversar abertamente, sanando as dúvidas que atordoam e angustiam essas jovens, é uma maneira de prevenir.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Buraco Fest - Inicativa de nosso companheiro Ezequiel e amigos
Estou colocando no blog, as imagens dos cartões postais da 1º Buraco Fest, cabe salientar que foi usado Photoshop nos cartões, mas somente nas cores e letras , as imagens são reais e infelizmente podem ser visas em nossas ruas e praças.
Parabenizamos a todos que fizeram esse trabalho, pois é de inicativas assim que precisamos.
Parabenizamos a todos que fizeram esse trabalho, pois é de inicativas assim que precisamos.
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