Em reunião quarta-feira
(19) na Câmara, proposta pelo Vereador Marcos Gehlen (PT) - ”Tuco”, questões
envolvendo os Agentes Comunitários de Saúde foram amplamente debatidasComo
saldo positivo do encontro, que buscou um maior salário aos Agentes e a
ampliação de sua quantidade, para atendimento de áreas descobertas, ficou o
compromisso do Procurador Geral do Município Elias Bragatto de enviar para a
Câmara, na próxima semana, projeto alterando a Lei 5.374/2010, em especial o
artigo 1º, que cita a criação dos empregos públicos, destinados ao atendimento
do Programa de Agentes Comunitários de Saúde – PACS e Vigilância
Epidemiológica.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Secretário diz que “Prefeitura é lenta em alguns setores”
O projeto que cria o Programa Municipal Anti Drogas, elaborado pelo Conselho Municipal Anti Drogas (Comad) no ano passado, após diversas reuniões com a comunidade, foi encaminhado ainda em 2012 para a Câmara de Vereadores para votação. Neste ano, o prefeito Paulo Azeredo retirou o projeto do Legislativo para adequações. Mas a demora em reenviar o projeto preocupa os vereadores e o presidente do Comad, Daniel Colli. Para tratar deste assunto foi realizada uma reunião na Câmara de Vereadores na manhã da última segunda-feira, dia 3. Após ouvir as indagações, o secretário de Habitação, Desenvolvimento Social e Cidadania, João Moreira, admitiu: “Nossa Prefeitura anda a passos muito lentos em alguns setores”.Daniel Colli afirmou que “até agora o prefeito Paulo só nos trouxe a desesperança”. Ele fez questão de lembrar que desde 2008, quando começaram as primeiras reuniões sobre a reativação do Comad, o grupo que compõe o Executivo atualmente o apoiou. “A dona Elocy (da Rosa, secretária de Saúde) esteve em todas as reuniões, a própria mãe do prefeito participou da primeira reunião, e o Paulo Azeredo também participou de outras”, destacou. Colli ressaltou ainda que o Promad foi aprovado em audiência pública comandada pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado. E lamenta a demora do Executivo. “Nós estamos falando de vidas. Amanhã qualquer um de nós pode ser vítima de alguém que hoje precisa de ajuda e não tem”, observou.Concordando que a demora é prejudicial, João Moreira apontou que “estamos perdendo tempo e dinheiro”, ressaltando que com o Promad em atividade poderiam ser buscadas verbas governamentais para o combate às drogas.Ao final o vereador Marcos Gehlen ‘Tuco’ (PT), proponente da reunião pediu que a ata da reunião seja encaminhado ao Ministério Público. “Infelizmente há momentos em que somente pela força da Justiça as coisas andam”, observou. Antes, pelo prazo de 15 dias, a Câmara vai esperar que o Executivo envie o projeto para votação.
Problema amplo
Para a reunião foram convidados o Poder Executivo, representado pelo secretário João Moreira, e o Ministério Público, que não compareceu. Da Câmara participaram a presidente do Legislativo, Rose Almeida (PP), Renato Kranz (PMDB) e Marcos Gehlen ‘Tuco’ (PT). “Seria muito importante a presença aqui das secretarias de Educação e Saúde, pois são partes importantes no processo de combate ao uso de drogas”, frisou Moreira.
Como ex-diretor de escola, o secretário lembrou que o combate é muito difícil. “Temos que ter várias áreas atuando juntas para ter algum resultado”.
Segundo João Moreira, a estrutura atual é insuficiente. “Lá no Cras (Centro de Referência em Assistências Social) tentamos trabalhar com as famílias dos dependentes. Em 60% dos casos só a mãe comparece, o pai quase nunca, e os adolescente geralmente não completa o tratamento”, aponta.
Outro problema lembrado por Daniel Colli é que a estrutura para atendimento aos dependentes precisa estar sempre à disposição. “Se na madrugada um drogada se der conta que precisa se tratar e for na Assistência, não encontrará ninguém para lhe acolher”. Tuco completa: “Mas o ponto de venda de drogas é aberto 24 horas”.
Promad
O Programa Municipal Anti Drogas (Promad) foi elaborado a partir de diversas reuniões com a comunidade. As sugestões foram filtradas e o projeto desenvolvido. Com o Promad em ação, o município pode habilitar-se para receber verbas governamentais, de diversos programas, para desenvolver projetos de combate e prevenção ao uso de drogas. Há ainda no projeto a criação de um conselho gestor, com participação de diversas entidades civis e governamentais, que fiscalizará toda a atividade em relação ao Promad.
O projeto que cria o Programa Municipal Anti Drogas, elaborado pelo Conselho Municipal Anti Drogas (Comad) no ano passado, após diversas reuniões com a comunidade, foi encaminhado ainda em 2012 para a Câmara de Vereadores para votação. Neste ano, o prefeito Paulo Azeredo retirou o projeto do Legislativo para adequações. Mas a demora em reenviar o projeto preocupa os vereadores e o presidente do Comad, Daniel Colli. Para tratar deste assunto foi realizada uma reunião na Câmara de Vereadores na manhã da última segunda-feira, dia 3. Após ouvir as indagações, o secretário de Habitação, Desenvolvimento Social e Cidadania, João Moreira, admitiu: “Nossa Prefeitura anda a passos muito lentos em alguns setores”.Daniel Colli afirmou que “até agora o prefeito Paulo só nos trouxe a desesperança”. Ele fez questão de lembrar que desde 2008, quando começaram as primeiras reuniões sobre a reativação do Comad, o grupo que compõe o Executivo atualmente o apoiou. “A dona Elocy (da Rosa, secretária de Saúde) esteve em todas as reuniões, a própria mãe do prefeito participou da primeira reunião, e o Paulo Azeredo também participou de outras”, destacou. Colli ressaltou ainda que o Promad foi aprovado em audiência pública comandada pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado. E lamenta a demora do Executivo. “Nós estamos falando de vidas. Amanhã qualquer um de nós pode ser vítima de alguém que hoje precisa de ajuda e não tem”, observou.Concordando que a demora é prejudicial, João Moreira apontou que “estamos perdendo tempo e dinheiro”, ressaltando que com o Promad em atividade poderiam ser buscadas verbas governamentais para o combate às drogas.Ao final o vereador Marcos Gehlen ‘Tuco’ (PT), proponente da reunião pediu que a ata da reunião seja encaminhado ao Ministério Público. “Infelizmente há momentos em que somente pela força da Justiça as coisas andam”, observou. Antes, pelo prazo de 15 dias, a Câmara vai esperar que o Executivo envie o projeto para votação.
Problema amplo
Para a reunião foram convidados o Poder Executivo, representado pelo secretário João Moreira, e o Ministério Público, que não compareceu. Da Câmara participaram a presidente do Legislativo, Rose Almeida (PP), Renato Kranz (PMDB) e Marcos Gehlen ‘Tuco’ (PT). “Seria muito importante a presença aqui das secretarias de Educação e Saúde, pois são partes importantes no processo de combate ao uso de drogas”, frisou Moreira.
Como ex-diretor de escola, o secretário lembrou que o combate é muito difícil. “Temos que ter várias áreas atuando juntas para ter algum resultado”.
Segundo João Moreira, a estrutura atual é insuficiente. “Lá no Cras (Centro de Referência em Assistências Social) tentamos trabalhar com as famílias dos dependentes. Em 60% dos casos só a mãe comparece, o pai quase nunca, e os adolescente geralmente não completa o tratamento”, aponta.
Outro problema lembrado por Daniel Colli é que a estrutura para atendimento aos dependentes precisa estar sempre à disposição. “Se na madrugada um drogada se der conta que precisa se tratar e for na Assistência, não encontrará ninguém para lhe acolher”. Tuco completa: “Mas o ponto de venda de drogas é aberto 24 horas”.
Promad
O Programa Municipal Anti Drogas (Promad) foi elaborado a partir de diversas reuniões com a comunidade. As sugestões foram filtradas e o projeto desenvolvido. Com o Promad em ação, o município pode habilitar-se para receber verbas governamentais, de diversos programas, para desenvolver projetos de combate e prevenção ao uso de drogas. Há ainda no projeto a criação de um conselho gestor, com participação de diversas entidades civis e governamentais, que fiscalizará toda a atividade em relação ao Promad.
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