quarta-feira, 29 de julho de 2009

Vereador Tuco e Deputada Federal Maria do Rosário



O "Movimento Contra o Crack" atraiu a deputada federal Maria do Rosário (PT) para Montenegro no final da tarde da sexta-feira .
Ela veio conhecer o projeto e se reunir com integrantes do movimento. Para a deputada, a iniciativa já se tornou referência e deve ser expandida em todo o país.

"Essa experiência de Montenegro tem que ser levada ao país todo, devido ao modelo estar muito bem estruturado e com resultados já apurados em prestações de resultados públicos", destacou. "E ainda mais sabendo que é uma iniciativa de toda a comunidade", completou. A parlamentar pediu que fossem elencadas as principais necessidades da campanha, para que, após avaliação e de forma concreta, possa dizer como poderia colaborar.

Rosário foi recebida por: publicitário Sandro Müller, vereadores Marcelo Cardona (PP) e Marcos Gehlen "Tuco" (PT), Rogério Santos (movimento Central Única das Favelas - Cufa), enfermeira Hanaí Minuzzi (Secretaria Municipal de Saúde, coordenadora do Estratégia de Saúde da Família-ESF) e enfermeira Iara Goerck (Programa de Prevenção à Violência (PPV) em Montenegro).

A campanha montenegrina é movimento sem vínculos político-partidários, sendo que toda comunidade é convidada a participar. Mais informações no site www.montenegrocontraocrack.org

Texto extraído na integra do Jornal Ibia de 27/07/09

Foto no momento da votação da Reforma Administrativa na Sessão Ordinária em Passo da Amora



Para que todos entendam, os que permaneceram sentados foram os que aprovaram a reforma, e os que se levantaram foram os que votaram contra a Reforma Administrativa.

Vereadores que votaram contra:

Vereador Marcos Gehlen "Tuco"
Vereadora Rose Almeida
Vereador Ari Muller
Vereador Roberto Braatz

Vereadores que aprovaram a Reforma:

Vereador Laureno Renner
Vereador Joacir Menezes
Vereador José Alfredo Schimitz
Vereadora Iria Camargo
Vereador Carlos Einar de Mello "Naná"

Texto publicado no Ibiá de 29/07/09

Funções

Nesta semana, venho falar de um assunto que como um monstro vem crescendo no imaginário coletivo e tem um caráter pejorativo e prejudicial a saúde da democracia cidadã. Na Câmara de Vereadores são discutidos os mais variados assuntos relacionados a vida da comunidade, no entanto, é preciso compreender que ao chegar até nós os projetos, na sua maioria, vem engessados, prontos, aguardando somente um aval, ou seja, sim ou não dos representantes do povo. De fato, a forma como as discussões iniciam é que deveria ser revista, dando maior visibilidade e oportunidade de sugestão, tanto da parte dos próprios Vereadores quanto da comunidade como um todo. Acreditamos que a participação popular é extremamente importante e indispensável para a formulação de políticas públicas e a construção de espaços quais serão usufruídos posteriormente por esse público, o que infelizmente não está ainda enraizado na cultura de nossos “governantes montenegrinos”. O grande engano está em uma frase clássica que diz: - “O projeto está na Câmara”, dando a impressão de má vontade por parte dos edis que, ao seu bel prazer, fazem questão de trancar as votações. Ora, uma vez que qualquer projeto venha para a casa insuficiente ou passivo de alterações, é imprescindível uma análise criteriosa até para que depois não sejamos tachados de inconseqüentes ou irresponsáveis. Contudo, normalmente, os processos chegam a ficar até por um ano na prefeitura e quando vem a Câmara, querem que se vote “a toque de caixa”. É preciso que a comunidade fique atenta e saiba que pontos críticos como a Praça Rui Barbosa, a Reforma Administrativa, o Conduto da Cap. Porfírio entre outros, são de exclusivo domínio do Executivo (Prefeito), cabendo aos Vereadores a fiscalização e análise dos méritos, principalmente com relação as questões financeiras. O importante deste pensamento é que cada vez mais fiquem claras as funções de cada poder e que alguns mitos sejam derrubados, afinal, todos queremos um desenvolvimento consciente e responsável para a nossa cidade. Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Texto do Vereador Tuco publicado no Jorna Ibia de 22/07/09

Quatro anos

Não faz muito tempo, durante a campanha eleitoral, assistíamos a algumas propagandas muito interessantes. Todas elas diziam: “Cuidado são quatro anos”. E agora teremos aí mais quatro anos. A democracia tem dessas coisas, porém se “paga o pato” por não ter entendido a mensagem. No último final de semana, pude participar de um grande exemplo a ser seguido. Falo do “Congresso Estadual do Partido dos Trabalhadores” qual deixa sem sombra de dúvidas a grande receita da democracia participativa. Digo isso, porque dentro de seus quadros, o PT apontou três pré candidatos, todos com potencial e legitimidade para concorrer ao Governo do Estado e após as plenárias municipais, reuniu seus delegados e observadores em um evento que lotou o auditório Dante Barone, na Assembléia Legislativa, onde ficou definido, por voto e aclamação da maioria o nome de Tarso Genro como nosso candidato ao Palácio Piratini. Iniciamos portanto uma grande luta a fim de trazer de volta os bons tempos de um governo popular e participativo, conectado diretamente as políticas de desenvolvimento que marcam nossa história com o governo Lula. Queremos apontar para novos quatro anos de um governo que ao contrário do que aí está, tenha transparência e a preocupação com a educação e as causas sociais que assolam o nosso povo. Novamente os Gaúchos terão a oportunidade de escolher entre os muitos projetos, aquele que responda melhor aos seus anseios e de novo fica a advertência: “ São quatro anos”. Depois não adianta chorar sobre o leite derramado, por exemplo. Na esfera municipal os próprios representantes do povo, por vezes votam contra a vontade notória da maioria de seus representados e mesmo nós discutindo, argumentando e votando contra, somos voto vencido e as reformas acontecem. A CPI não saiu por falta de apoio e a saúde, principalmente na “assistência” continua igual, ou seja, quem usa sabe.
Lembre-se, fazer promessas e posar de bom moço é muito fácil, difícil é após vencer as eleições cumprir tudo aquilo que foi dito, veja os exemplos e não esqueça de quem está de fato ao seu lado, afinal de contas, “são quatro anos”
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

Texto que foi publicado no Jornal Ibia de 14/07/09

Contradições

Francamente é de espantar o nível de contradições vividas em nosso município. Enquanto montenegrino, o título de “ Cidade das Artes” me orgulha muito. Contudo trago neste dia alguns aspectos dignos de indignação e repulsa. Ao abrir as páginas do Ibiá de ontem, 14/07/09, pude ler que o Fumprocultura, não chama mais Fumprocultura mas poderá chamar-se Fumprocultura. Não é ilário? Tal fundo, fomentava a difusão da cultura montenegrina porém não mais existe; será substituído por um novo fundo. Este “novo fundo” não tem prazo definido para ser implementado. Não bastasse o descaso com a arte popular no município, a esperança, por parte dos artistas locais em conseguir algum recurso para dar andamento a seus projetos, agora, a exemplo de outros, aguarda em alguma gaveta, enquanto nossos talentos escorrem pelos vãos dos dedos. Até quando assistiremos “de camarote” a este show de inversão de valores?
Como base desta teoria, transcrevo, com autorização, parte do desabafo de um de nossos artistas mais conhecidos, Rodrigo Magrão, encontrado na íntegra no blog, http://kauer.com.br/maiorideia/
Sabe, toco na noite de Montenegro e vejo que estamos sempre regredindo. ponto primordial; na cidade das artes não pode haver lei do isolamento acústico, nos finais de semana a maioria dos bares que investem em música ao vivo são multados e muitos fechados em conta disso. O bar absoluto ( um dos melhores que já surgiram na cidade) fechou devido ao som e nem era tão alto no lado externo. O pior de tudo é que existe uma desigualdade de tratamento, pois os clubes e centros tradicionalistas não possuem isolamento acústico e metem festa até as 5 da madrugada. O armazém da pizza, casa referencial da noite de Montenegro, também está sem música ao vivo pois responde a um processo judicial em função de contratar músicos e não providenciar o isolamento acústico. Você foi no armazém quando tinha música ao vivo? O som do músico era ambiente e tão baixo quanto a rádio continental ou a antena 1 sintonizadas no consultório do dentista. A noite da cidade está acabando. E a cultura popular que espaço tem? Fica para nossa reflexão. Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Aprovado projeto de lei de autoria do Vereador Tuco criando a “Semana de Conscientização e Combate as Drogas”


Slide 2
Vereador Tuco faz sua parte na coordenação do Movimento Montenegro Contra o Crack
Representante da Câmara Municipal no Movimento, o Vereador Tuco levou as iniciativas e necessidades do mesmo as esferas Estadual e Federal. Em um encontro na cidade de Porto Alegre, repassou as mãos do Ministro Tarso Genro, juntamente com a Deputada Estadual Stela Farias, uma documentação contendo o histórico do Movimento bem como as carências na questão de programas visando atender tal demanda.

Caminhada

Slide 2
O dia 26 de junho, que é dia mundial de combate as drogas, foi vivenciado em Montenegro com uma caminhada pelas ruas da cidade marcando o encerramento da primeira Semana Municipal de Conscientização e Combate as Drogas, projeto criado pelo Vereador Tuco. Durante a semana, várias atividades foram desenvolvidas, entre elas a realização de um concurso entre as escolas do município criando uma frase de combate ao Crack, qual foi premiada com um violão no final da caminhada.