quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Haddad: Dilma é a única candidata que se comprometeu com a Educação

Site Anti-boataria

Você deve ter recebido um ou mais emails mentirosos e caluniosos sobre a Dilma.



A Central Anti-Boataria é uma rede criada por um grupo de amigos

dispostos a combater os boatos espalhados pela internet para difamar a

candidata à presidência Dilma Rousseff.
Infelizmente, a campanha do PSDB contratou um especialista em

difamação, o mesmo que trabalhou na campanha adversária do Barack

Obama nos Estados Unidos, criando calúnias e difamação


Nosso endereço é:

www.antiboataria.com.br

Pra Começar

Pois bem. Certamente a maioria das pessoas, não agüentam mais ouvir falar em política, voto neste ou naquele candidato. De nossa parte também, este é o último texto falando da campanha e presidenciáveis, pelo menos por enquanto, uma vez que no próximo domingo conheceremos quem governará o país pelos próximos quatro anos. Veja a importância disso.


Tenho dito incansavelmente que não se tratam de pessoas e sim de projetos políticos que estão em jogo e o reflexo desta escolha atingirá diretamente a população brasileira.

Afora a infelicidade de uma campanha protagonizada por agressões, compreensíveis até, pois trata-se da lei de defesa, mas que deixou os brasileiros extremamente chateados, temos que ter a consciência e responsabilidade de apontar para o futuro que queremos.

Nunca antes na história deste país se viu tanto desenvolvimento e inegavelmente o Brasil se destaca mundialmente por seus feitos, chegando a ser apontado como o grande país do futuro. Os números e as comparações entre os governos passados, apontam para a grande diferença existente entre os mesmos, o que de fato é notório, só não vê quem não quer.

De fato somos um pujante continente e nossa cidadania deve ter esse mesmo tamanho, para que as gerações futuras possam se orgulhar de sua história como hoje nos orgulhamos em ser um país democrático, que com seus atores do passado e que ainda protagonizam o cenário de lutas nacional, venceu a ditadura militar e o absolutismo que imperava outrora. Não podemos deixar que pensamentos semelhantes àqueles voltem a conduzir nosso país e entregar nas mãos de alguns grupos de poderosos o destino do nosso povo. Devemos sim, dar continuidade ao melhor momento de estabilidade, geração, distribuição de renda e aproximação com a população, sobretudo com as classes mais necessitadas.

Portanto cidadãos, vamos às urnas com a convicção de que faremos a nossa parte e principalmente, muito antes de estar terminando, nosso voto será pra começar um novo momento, para o Brasil continuar mudando e crescer ainda mais.

Vai ser DILMAIS ter participado de mais esse passo histórico e garantir que nosso país continue sendo um país de todos.

Vamos juntos. Um consciente voto a todos.

Um fraternos abraço. Voltamos a nos falar!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A luta continua companheiros

No último sábado aconteceu em Montenegro mais um ato público protagonizado pelo Partido dos Trabalhadores pró-candidatura Dilma. Após uma grande carreata estiveram reunidos, além de autoridades, representantes e militantes do PT, lideranças dos partidos aliados nossa cidade. Com o advento do segundo turno, as conjunturas locais acabam também por sofrerem mutações e após rodadas de diálogo com lideranças locais, cresce o número de adeptos a nossa candidata. Além de representantes dos sempre parceiros PSB e PCdoB, também já se agregaram ao movimento pró Dilma o PDT e o PTB, bem como algumas lideranças partidárias de modo particular, enquanto aguardamos definições de outros possíveis aliados. Com intuito de fortalecer a campanha de nossa futura Presidenta e comemorar a grande vitória do nosso Projeto a nível estadual, o qual além de eleger governador Tarso Genro, elevou de 10 para 14 os assentos no legislativo estadual, a nível federal aumentou um assento na Câmara dos Deputados, e elegeu o nosso Senador Paulo Paim é que tal evento foi organizado.


Após várias falas dos componentes da mesa oficial, os presentes puderam saborear um delicioso carreteiro e seus complementos ao som dos jingles da campanha.

Foi destacada também a importância da eleição da companheira Dilma para o estado, uma vez que o Governador eleito pertence ao mesmo projeto. Seria extremamente negativo para todos nós, uma suposta vitória de um projeto diferente ao do eleito no primeiro turno aqui, pois afastaria a grande possibilidade de após tantos anos haver uma ligação direta do Estado com a União, o que certamente beneficiaria todos os setores da economia, bem como as questões sociais.

Portanto, a cada dia que passa devemos intensificar nossa campanha, congregando todos os votos que ainda estão indecisos ou, a partir de um histórico inegável de conquistas, crescimento e desenvolvimento, convencer aqueles que por qualquer que seja o motivo possam estar apoiando o que de fato não conhecem, pois papel, internet e TV aceitam tudo, porém a história conta a verdade.

Nos próximos dias será inaugurado mais um Comitê Dilma Presidente, na rua João pessoa próximo ao Paradão, para que toda a comunidade possa além de retirar alguma dúvida, adquirir material para a batalha. A luta continua companheiros.

Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

Profissionais do Ano - Jornal Ibia

Nossa ação parlamentar, mais uma vez foi reconhecida pela comunidade montenegrina. Isso aumenta ainda mais nossa responsabilidade e reafirma que estamos no caminho certo.

Fomos destacados, recebendo o prêmio profissionais do ano, do Jornal Ibia, na categoria Político municipal 2010. Acompanhe aqui alguns momentos da festa de premiação.




quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Profissionais do Ano - Jornal Ibia

        O evento será dia 15 de outubro no Clube Cantegril em Montenegro, no ano passado o Vereador Tuco ganhou o prêmio como profissional no segmento Vereador. A repercussão do nosso trabalho nos rendeu novamente uma distinção. Neste ano fomos agraciados com o troféu no segmento Político Municipal. Ficamos muito lisongiados pelos votos que recebemos, pois além de serem votos da comunidade, isso mostra que nossa ação tem ultrapassado as paredes do Legislativo, atingindo todas as áreas da nossa Política Municipal. Mais uma vez agradeço pelos votos confiados a mim, e com certeza estarei sempre retribuindo com ações que beneficiam nossa cidade.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Video de Dilma falando sobre Aborto

Entrevista de Dilma - Falando sobre os Idosos

Nós estamos muito afinados com o Governo Federal e seus projetos, uma de nossas prioridades é a questão do Idoso.
Assista o vídeo e veja o que Dilma pensa sobre o assunto.



Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

Ciro Gomes votou em Marina, mas agora está com Dilma 13. Sabe por quê? Porque ele conhece o Serra.

Assista o vídeo.

Urgente!!!

Matéria da Editoria:


Política



05/10/2010

Padre e bispos da CNBB-SP cometeram crime eleitoral


Integrantes de ala ultra-conservadora da Igreja Católica distribuíram panfleto na saída de missas e fizeram proselitismo contra a candidata Dilma Rousseff, no dia da eleição. O bispo de Jales, Demétrio Valentini, denunciou que integrantes da Regional Sul da CNBB, entre eles o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga (foto) articularam trama para induzir os fiéis a acreditar que o panfleto expressava posição da CNBB, o que foi negado pela direção da entidade. “A nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, denunciou o bispo de Jales. Prática constitui crime eleitoral punível com detenção de seis meses a um ano.


Marco Aurélio Weissheimer



Data: 05/10/2010

O padre Paulo Sampaio Sandes, articulado com o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga, e um grupo de outros integrantes da ala ultra-conservadora da Igreja Católica cometeram crime eleitoral no domingo (3), dia da realização do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil. Conforme matéria de Maria Inês Nassif, publicada no jornal Valor Econômico (04/10/2010), Sandes, Gonzaga e outros elementos distribuíram propaganda eleitoral e fizeram proselitismo em espaço público valendo-se de sua condição de religiosos contra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, que, na avaliação dos citados, seria contrária aos “valores cristãos”.
Esse tipo de prática é expressamente proibido pela legislação eleitoral brasileira. O panfleto distribuído pelos religiosos no dia da eleição é assinado pelos bispos Dom Nelson Westrupp, Dom Benedito Beni dos Santos e Dom Airton José dos Santos.

O artigo 37, da Lei n° 9.504, proíbe esse tipo de manifestação em bens de uso comum. O parágrafo 4°, do referido artigo, inclui os templos religiosos nesta categoria:
“Bens de uso comum, para fins eleitorais, são os assim definidos pela Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada”.


E o artigo 39, da mesma lei, afirma que:
“Constituem crimes, no dia da eleição, puníveis com detenção, de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de cinco mil a quinze mil UFIR”:
(…)
II – a distribuição de material de propaganda política, inclusive volantes e outros impressos, ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes a influir na vontade do eleitor.
II – a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna
III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário.
III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.

A matéria relata que, no dia da eleição, o padre Paulo Sampaio Sandes expôs na homilia o suposto veto da Igreja Católica brasileira a Dilma e a todos os candidatos do PT. Segundo informa Maria Inês Nassif, o padre Paulo faz parte de uma congregação tradicional que é contra, entre outras coisas, o aborto, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais de homossexuais. Na saída da missa, o padre distribuiu uma carta onde a regional da CNBB pede aos fies que não votem em candidatos que defendem o aborto, nomeando os candidatos petistas. Não foi um caso isolado.

O bispo de Jales, Demétrio Valentini (foto), denunciou que integrantes da Regional Sul, contando com a conivência de alguns bispos, articularam uma trama para induzir os fiéis paulistas a acreditarem que a CNBB nacional tinha imposto um veto aos candidatos do PT nessas eleições, o que é negado pela direção da entidade. “Estamos constrangidos, pois a nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, disse Valentini ao Valor.

A Regional Sul 1, que abrange as dioceses do Estado de São Paulo, recomendou que às paróquias que distribuíssem o “Apelo aos Brasileiros”, que acusa o PT de ser parceiro do “imperialismo demográfico representado por fundações norteamericanas” e de “apoiar o aborto”. Apesar do desmentido da CNBB nacional, o documento foi distribuído em diversas igrejas de São Paulo, causando, segundo a opinião de diversos analistas e da maioria dos meios de comunicação um considerável prejuízo à candidata.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O segundo turno e a revolução democrática no Brasil

O resultado do primeiro turno indica que toda a nossa militância política, a do PT e de todos os partidos aliados, teremos que ir à luta para garantir a continuidade da revolução democrática em andamento no Brasil, elegendo Dilma contra Serra. O governo Lula colocou em marcha essa revolução, depois da eleição de 2002. Não foi até agora um processo simples. Não o será daqui para frente. É, no entanto, uma revolução inédita no Brasil, e que, levada adiante, pode assegurar a construção de uma nação não só poderosa economicamente, como já o somos, como também, e sobretudo, uma nação justa, que modifique nossas tradicionais estruturas voltadas à concentração de renda e à desigualdade, ainda das maiores do mundo entre nós. Uma nação que democraticamente incorpore em profundidade a presença do povo brasileiro, que pense o desenvolvimento sempre em razão da maioria, e não voltado a atender aos interesses de uma minoria. Por tudo isso, será essencial que nos coloquemos todos em campo, insistindo na importância de levar adiante tal revolução.

Essa revolução, que será de longo curso, já quebrou alguns paradigmas. O primeiro deles, talvez, o de imaginar o glorioso dia da revolução, como muitos de nós imaginávamos acontecer, dia em que o paraíso se estabeleceria, e as estruturas antigas desmoronariam como que por encanto. Não pensávamos a longo prazo. Não pensávamos como Gramsci na guerra de posição. Imaginávamos sempre a guerra de movimento, a conquista do Palácio de Inverno. Advogávamos, muitos de nós, o corte abrupto, súbito, a tomada do poder, a ditadura do proletariado, e então, tudo se faria, com violência se fosse o caso, e sem democracia. Sob a democracia, então denominada burguesa, não seria possível promover transformações na vida do povo.

O governo Lula provou o contrário. A guerra de posição, se me permitem a metáfora, foi caminhando, e promovendo conquistas extraordinárias. E essas conquistas levaram sempre em conta as necessidades, os direitos do nosso povo, especialmente do nosso povo mais pobre. Depois de Vargas, este foi o primeiro governo a novamente pensar no povo brasileiro mais pobre, e o governo Lula, para ser verdadeiro, foi muito mais amplo no esforço de garantir a presença do povo brasileiro, e insista-se, do povo mais pobre, na dinâmica de desenvolvimento do País, à Celso Furtado, que é sempre bom lembrar os grandes pensadores, e Celso é um dos maiores deles. Aqui, a revolução democrática derrotava outro paradigma – o paradigma tecnocrático e com origem nas classes dominantes, de que era primeiro necessário crescer para depois então distribuir renda.

Vargas, para não sermos injustos, pensou um projeto de nação, e desenvolveu economicamente o País à base da idéia da inclusão dos trabalhadores urbanos, e não seria justo dizer, à FHC, que toda aquela experiência deveria ser negada sob o rótulo simplista de populismo. O governo Lula, no entanto, no leito da revolução democrática, foi muito além, e por isso incorporou à vida, à cidadania coisa de mais de 30 milhões de pessoas, retiradas da miséria absoluta, retiradas da condição do não ser. Incorporou com políticas públicas ousadas, enfrentando o apetite da grande burguesia, das classes dominantes, e até os preconceitos do esquerdismo infantil, que não aceita a melhoria das condições de vida do povo senão pelo processo do corte abrupto, como se esse corte fosse possível nas condições brasileiras. E enquanto ele não se dá, essa esquerda permanece imobilizada. A idéia, tão acalentada pela esquerda, da criação de um mercado de massas, concretizou-se sob o governo Lula, sob a revolução democrática em andamento.

Claro que essas transformações, efetivadas pelas políticas públicas em andamento, que vão do Bolsa Família à recuperação do salário mínimo, e passam pelo Luz para Todos, pelo Pronaf, pelo Prouni, para lembrar alguns aspectos dessas políticas, foram feitas à base da extraordinária coragem e determinação do presidente Lula e, também, de sua fantástica capacidade de negociação. E Lula, aqui, quebrava outro paradigma nosso, da esquerda: o de que tudo se conquista pelo confronto. Lula aprendeu, na vida sindical, e depois levou esse ensinamento para a política, que é sempre melhor uma boa negociação do que uma greve. Que a greve pela greve não interessa. Na política, nunca perdeu o rumo, nunca deixou de olhar para os mais pobres, em momento algum. Mas, soube dar um passo adiante, dois atrás, depois três adiante, tendo como objetivo a melhoria de condições de vida do nosso povo.

O governo Lula teve a coragem de colocar na agenda política brasileira as questões da luta pela igualdade racial, pela emancipação feminina, pelos direitos humanos e por um meio ambiente equilibrado, temas caros a uma esquerda renovada e democrática. Temas da revolução democrática. Recentemente, os direitos humanos, abrigados no Plano Nacional de Direitos 3, sofreram um bombardeio de setores conservadores, como se tal plano fosse apenas uma iniciativa do governo, e não resultado de uma ampla e democrática conferência nacional. E por falar nisso, outro aspecto colocado na agenda política pelo governo Lula foi o da participação popular. Contribuiu decisivamente para a realização de conferências nacionais que mobilizaram milhões de pessoas e que contribuem decisivamente para a elaboração das políticas públicas do governo. Na democracia atual, reclama-se o crescimento da participação direta. Não é mais possível pensar apenas no seu caráter representativo.

Quando falo da capacidade de negociação do presidente Lula, não desconheço sua ousadia quando necessário. Esses temas todos não são fáceis de serem apresentados à sociedade. Quando Lula vai, por exemplo, a uma conferência de LGBT, não só legitima o direito à diversidade, quanto enfrenta o pensamento conservador, que ainda tem força em nossa sociedade. Lula, mesmo que não tenha tido uma formação clássica de esquerda, foi ao longo da vida, e do governo, assumindo posições da esquerda contemporânea, tomando atitudes próprias de uma esquerda renovada. Foi ao longo do governo um extraordinário dirigente da revolução democrática em curso, que orgulhou a todos nós. Sobretudo porque, insisto, em momento algum vacilou em relação à prioridade das políticas públicas, que deveriam estar voltadas, como estiveram, para a melhoria das condições de vida do povo brasileiro.

Essa não é, como se sabe, como já disse, uma caminhada fácil. Chegar a isso exigiu muita luta. Confesso que alimentei ilusões de um debate de bom nível sobre o Brasil nessas eleições. Especialmente porque olhava para o passado de Serra, e imaginava que ele tentasse ser digno dele. Penso no passado de resistência à ditadura e de seu papel como ex-presidente da UNE. Até de sua capacidade de formulação intelectual. Enganei-me. Serra assumiu no primeiro turno posições próprias da extrema-direita, lamentavelmente. E escondeu o seu programa neoliberal, como escondeu o próprio Fernando Henrique Cardoso. Preferiu ser um udenista tardio, um Lacerda do novo milênio. Lacerda foi a tragédia, Serra a triste, melancólica farsa.

Quem sabe, no segundo turno ele consiga travar um debate de melhor nível. A mídia hegemônica, outra vez, aquela das três famílias, ou das poucas, reduzidas famílias, fez o que podia e o que não podia para desacreditar Dilma Rousseff, para apresentá-la como uma candidata sem condições, tentando sempre envolvê-la em escândalos. Dilma cresceu durante a campanha, desenvolveu sua capacidade de argumentação, enfrentou bem o seu principal adversário. Apresentou o programa da revolução democrática, baseada naquilo que foi realizado pelo governo Lula Agora é enfrentar o segundo turno com muita firmeza. Em duas eleições demonstramos nossa capacidade. E vamos também demonstrar nas deste ano.

O segundo turno permitirá uma discussão mais aprofundada do nosso projeto. Devemos dizer que a revolução democrática deve caminhar mais. Sempre e sempre com base na democracia, na participação cada vez mais consciente do nosso povo, e não apenas nas eleições, mas também nestas, sempre. Insistir que nosso projeto pretende garantir mais e mais a distribuição de renda. Combater a desigualdade social profunda que ainda nos afeta. Ir fundo na revolução educacional iniciada nos primeiros oito anos. Assegurar o desenvolvimento sustentável. Crescimento econômico a taxas altas não pode nos inebriar e nos levar a uma política que não leve em conta a importância da preservação do meio ambiente. Enfrentar de peito aberto, com firmeza e capacidade, a questão urbana brasileira, especialmente a das médias e grandes metrópoles, que condensam nossos principais problemas nos dias de hoje.

Segundo turno é outra eleição, costuma se dizer, e com razão. Não está posto que os votos dados a Marina, mesmo que eventualmente o PV venha a apoiar Serra ou que Marina também o faça, se transfiram para o candidato tucano. Seguramente, tais votos têm um claro pendor progressista, ao menos uma grande parcela deles. E penso tendem a migrar em sua maioria para a candidatura Dilma. Ou, dito de outra forma, tendem a optar pela revolução democrática em andamento no Brasil. Claro que isso pode parecer apenas expressão do meu pensamento desejoso, e de alguma forma o é. Mas, também, é parte da análise de outras situações de segundo turno.

O povo brasileiro adiou a sua decisão, quem sabe para avaliar melhor o quadro, como o fez nas duas eleições de Lula. E agora, como agiu em relação a Lula, penso, no segundo turno também elegerá Dilma para não perder tudo que conquistou ao longo dos oito anos de governo Lula. Nossa militância, no entanto, sabe que deverá estar nas ruas, defendendo com toda firmeza o nosso projeto, a revolução democrática que está mudando a vida do povo brasileiro.


Emiliano José é jornalista, escritor, militante político, filiado ao PT.

Campanha fará esclarecimentos para desfazer calúnias contra Dilma

A candidata do PT ao Palácio do Planalto e campeã do primeiro turno das eleições, Dilma Rousseff, afirmou ontem (4), em entrevista coletiva, que sua campanha não permitirá mais que ataques vis e de baixo nível do adversário fiquem sem resposta. Segundo ela, está em estudo uma forma de esclarecer as dúvidas estimuladas nos eleitores pelos boatos.
“Foi uma campanha tanto mais difícil porque quem me acusava não aparecia. Teve uma campanha insidiosa que não lança verdades. Nós estamos pensando em como nos comportar. Seguramente vamos fazer um movimento para esclarecer nossa posição sobre essas questões”, explicou.

Ela lamentou que os adversários políticos tenham feito campanha negativa e espalhado boatos, calúnias e difamações.


Maioria no Congresso
Dilma disse que o resultado das eleições deve ser comemorado porque, além de sua vitória, a coalizão Para o Brasil Seguir Mudando saiu vitoriosa em vários estados e elegeu uma base sólida de governadores e parlamentares para que ela possa governar.
“Tivemos a felicidade de eleger maioria na Câmara e no Senado. É uma coligação que teve uma eleição muito produtiva. Isso é muito importante no Brasil, porque vai permitir obviamente que caso eu seja eleita ter maioria para poder modificar a legislação e fazer algumas reformas”, disse.

Dilma recebe governadores eleitos e mostra a força política de sua candidatura

O primeiro dia do segundo turno foi uma oportunidade para celebrar a vitória de aliados e de acertar a estratégia da campanha presidencial neste mês. A candidata Dilma Roussef recebeu nesta segunda-feira (4), em Brasília, todos os governadores da sua base aliada eleitos no primeiro turno, mais os senadores e deputados de vários partidos para uma reunião.
O encontro serviu para unir forças e traçar estratégias para a vitória no segundo turno, contra o candidato que representa do governo Fernando Henrique Cardoso e o período em que o Brasil não crescia, não distribuía renda e não gerava empregos.
Dilma parabenizou a todos pelas suas vitórias, agradeceu o apoio que recebeu nos estados e pediu ajuda para vencer a segunda parte do pleito.
“Vocês nos ajudarão a fazer o enfrentamento daqui para frente. Suportamos durantes seis meses o embate. E, agora, contamos com a ajuda de vocês para vencer e continuar o projeto do presidente Lula”, conclamou.

Todos lamentaram os ataques de baixo nível dos adversários, que tiraram as chances de vitória no primeiro turno, mas demonstraram que estão preparados para dar a vitória à Dilma. A maioria dos aliados também sugeriu à candidata que não responda a esses ataques e continue a apresentar suas propostas, porque a população sabe que sua vida melhorou no governo Lula.



Conversa com Marina

Também ficou decidido que a coligação fará uma aproximação com a candidata do PV, Marina Silva, mas que respeitará o tempo de decisão da senadora.

“Não temos porque não pedir o apoio da Marina. Acho que ela tem mais relações conosco do que com nosso adversário. Mas essa conversa tem que ser respeitosa e cada um tem seu tempo para amadurecer as decisões. Temos que aguardar o tempo dela”, defendeu Dilma.

A candidata também falou que a reunião era para mobilizar os aliados para a vitória. “Essa é uma reunião de mobilização. A gente preciso que nos estados os eleitos assumam a função de coordenadores da campanha”, explicou a candidata aos aliados.

O peso de uma escolha

O último pleito eleitoral, que de fato não acabou, foi um exemplo de cidadania, onde os brasileiros e brasileiras, puderam expressar seus anseios, suas confianças, desconfianças e até sua indignação elegendo um Tiririca, ou seja, já que é uma palhaçada......


Na verdade esse é um protesto estéril, uma vez que não existe qualquer resultado nisso, e torna mais uma vez a democracia em vala comum. Sempre quem acaba perdendo é o próprio povo. Eis o peso de uma escolha. Já falei em outros momentos daquele jargão cruel mas verdadeiro que diz: “ Cada povo tem o governante que merece”. Ora, em nível municipal as coisas não são diferentes. Veja por exemplo os últimos acontecimentos polêmicos, os quais tiveram grandes repercussões na mídia local, que tratavam de perseguição e abuso de poder. Obviamente, onde há fumaça há fogo e os representantes dos atingidos nunca se manifestariam se não fossem provocados por tais ou a coisa fosse notória demais. No entanto, em alguns pontos retrocedemos e o que nos sobra um exemplo deplorável do que não devemos fazer. Que saudade dos tempos do sinetaço, do panelaço e de outros aços do passado. Agora, volta a valer a lei do mais forte, do silêncio e da conivência, pois quem cala consente. É compreensível, humanamente falando, pois todos precisam obter o sustento com o suor de seus rostos, o incompreensível é manter no poder quem oprime. Compadeço-me com aqueles que sofrem calados e que questionados se vêem entre a cruz e a espada. Contudo, existe um tempo pra cada coisa e nosso dia vai chegar, onde o leão e o cordeiro deitarão lado a lado e não haverá mais dor!

Sou como a voz que clama no deserto, pois em muitos momentos estou só, e quando penso encontrar abrigo, são só palavras soltas ao vento. Existe também o cômodo, que mesmo não sendo nada insiste em agir como o espinho na carne a ferir, a sangrar e a roubar sonhos. E por falar em roubo, tão feio quanto é mentir, enganar e vencer ao peso desta mentira. O homem que transporta o mal remove a barreira da ética e é como a mulher a ser traída e a aplaudir, como se ninguém soubesse de seus crimes. Nada há de oculto que não venha a ser revelado.

Para este segundo turno, o mais importante e a ser observado pelo povo é a posição de cada um, pois quem é sério tem lado. O ladrão é que fica em cima do muro. Pra que lado cairá?

A máxima que fica portanto é que no final havemos de regozijar-nos ou suportar o peso de uma escolha. Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições 2010

Parabéns aos nossos candidatos eleitos, estamos 100% satisfeitos, conseguimos eleger nossos candidatos.

Governador

Tarso Genro

Senador

Paulo Paim

Deputado Federal

Henrique Fontana

Deputado Estadual

Stela Farias



E agora para o 2º Turno é a vez de


Dilma  13


Vamos lá todos juntos...



Para Presidente, para o Brasil seguir mudando,

é Dilma Presidente

Dilma: garra e energia para vencer o segundo turno




Garra e energia foram as palavras escolhidas pela candidata Dilma Rousseff para definir como serão os próximos dias na disputa do segundo turno das eleições presidenciais. Num pronunciamento em Brasília, a petista citou os mais de 47 milhões de votos que ela recebeu hoje dos eleitores de todo país.
A candidata salientou que a disputa do segundo turno será importante para detalhar suas propostas, principalmente em relação à erradicação da miséria no país e ao desenvolvimento que atenda todos os 190 milhões de brasileiros. “Vou encarar esse segundo turno com muita garra e energia", disse Dilma, ao lado dos coordenadores de sua campanha e do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

“Agradeço os votos e me sinto honrada por eles. Agradeço os candidatos que concorreram nesse pleito. Cumprimento o candidato José Serra, a candidata Marisa [Silva] pelo desempenho. E cumprimento também o candidato Plínio [Arruda] e os demais candidatos”, afirmou.



Militância
Segundo ela, foi fundamental o papel aguerrido dos militantes de todos os partidos que compõem a coligação Para o Brasil Seguir Mudando na reta final do primeiro turno das eleições. Disse que eles são guerreiros e têm "grande poder de chegada".
“Quero destacar e fazer um agradecimento especial para nossa militância aguerrida, tanto do meu partido como dos partidos aliados. Nós somos bastante guerreiros e somos acostumados a desafios, e somos de chegada. Tradicionalmente, a gente tem desempenhado bom no segundo turno”, disse, animada.
Dilma cumprimentou também os parlamentares aliados e de oposição que se elegeram nesse domingo e comemorou que as eleições transcorreram dentro da normalidade sem grandes incidentes.
“Cumprimento não só as dezenas de senadores e centenas de deputados da base aliada, mas também os senadores e deputados da oposição. Tivemos uma eleição com normalidade e foi um momento especial porque somos uma das maiores democracias do mundo e temos imensa capacidade de viver com o contraditório e as discussões”, salientou.

Entrevista

Dilma fez o breve pronunciamento e convocou os jornalistas para uma entrevista coletiva às 16h de segunda-feira. “Por hoje, faço só uma declaração, tanto em respeito a nossa militância, aos votos que recebemos, mas também em respeito a vocês [jornalistas] que esperaram longamente em todos os lugares que estive”, disse