Quatro anos
Não faz muito tempo, durante a campanha eleitoral, assistíamos a algumas propagandas muito interessantes. Todas elas diziam: “Cuidado são quatro anos”. E agora teremos aí mais quatro anos. A democracia tem dessas coisas, porém se “paga o pato” por não ter entendido a mensagem. No último final de semana, pude participar de um grande exemplo a ser seguido. Falo do “Congresso Estadual do Partido dos Trabalhadores” qual deixa sem sombra de dúvidas a grande receita da democracia participativa. Digo isso, porque dentro de seus quadros, o PT apontou três pré candidatos, todos com potencial e legitimidade para concorrer ao Governo do Estado e após as plenárias municipais, reuniu seus delegados e observadores em um evento que lotou o auditório Dante Barone, na Assembléia Legislativa, onde ficou definido, por voto e aclamação da maioria o nome de Tarso Genro como nosso candidato ao Palácio Piratini. Iniciamos portanto uma grande luta a fim de trazer de volta os bons tempos de um governo popular e participativo, conectado diretamente as políticas de desenvolvimento que marcam nossa história com o governo Lula. Queremos apontar para novos quatro anos de um governo que ao contrário do que aí está, tenha transparência e a preocupação com a educação e as causas sociais que assolam o nosso povo. Novamente os Gaúchos terão a oportunidade de escolher entre os muitos projetos, aquele que responda melhor aos seus anseios e de novo fica a advertência: “ São quatro anos”. Depois não adianta chorar sobre o leite derramado, por exemplo. Na esfera municipal os próprios representantes do povo, por vezes votam contra a vontade notória da maioria de seus representados e mesmo nós discutindo, argumentando e votando contra, somos voto vencido e as reformas acontecem. A CPI não saiu por falta de apoio e a saúde, principalmente na “assistência” continua igual, ou seja, quem usa sabe.
Lembre-se, fazer promessas e posar de bom moço é muito fácil, difícil é após vencer as eleições cumprir tudo aquilo que foi dito, veja os exemplos e não esqueça de quem está de fato ao seu lado, afinal de contas, “são quatro anos”
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
é isso aíi...
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