Ontem, terça feira 22 de setembro, adentramos à estação, no meu ponto de vista, a mais bela do ano. Mais colorida, mais alegre, mais cheirosa. A primavera, ao longo da história vem inspirando artistas a desenvolverem suas obras com um toque de mágica próprio da estação. Tal inspiração deveria também invadir as consciências de todos os motoristas, condutores e até pedestres, fazendo-os entender que os veículos e as regras de trânsito são ferramentas que existem para facilitar a vida das pessoas e não instrumentos de morte. Juntamente com a chegada da primavera, vivemos ontem o dia mundial sem carro, o que de fato para alguns é praticamente impossível devido as múltiplas atividades desenvolvidas ao longo do dia.
Posso estar reprisando alguns assuntos de edições anteriores, mas como não se assustar com o volume de acidentes e inclusive mortes ocorridas em um curto espaço de tempo na Av. Julio Renner, a via II por exemplo. No entanto, é preciso questionar as alternativas no combate aos abusos cometidos no trânsito que por conseqüência levam os próprios condutores a morte. É contraditório solicitarmos a melhoria e pavimentação de ruas, para posteriormente enchermos de quebra molas, embora tenha sido uma saída. É preciso sim e urgentemente uma guarda de trânsito capacitada, eficiente e com autoridade para a fiscalização, conscientização e aplicação de multas para aqueles que transgridem as regras pondo em risco a vida dos outros. Ciclistas, motoqueiros, carroceiros, caminhões, carros, pedestres e até animais, é um verdadeiro festival de imprudências, aliado a desorganização das vias públicas. Penso que a educação é o primeiro passo, afinal quem de nós nunca se irritou com um trânsito engarrafado ou alguém parado no sinal verde. Então é preciso que cada um faça a sua parte, fiscalizando, questionando outros condutores e cada vez mais se deixando conscientizar e conscientizando, ou então, além da Cidade dos Buracos, seremos a Cidade dos Quebra molas; ou Cidade das Artes?
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
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