quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Texto jornal dia 27.02


Outra vez uma CPI
Não! Nós não estamos em período eleitoral, contudo quero “convocar” toda a comunidade a acompanhar de perto a atuação dos seus representantes, pois infelizmente, sabemos que existem os mais diversos tipos de atores. Nosso objetivo é sempre qualificar os debates e a política local, para cada vez mais estabelecer um paradigma político mais interessante para nossa cidade e não retroceder aos tempos dos currais eleitorais e da manutenção da ignorância política com o fito de manipular e dominar a “massa de manobra” buscando a perpetuação em um espaço de poder.
Nesse viés, sou ferrenho combatente das práticas arcaicas e doa a quem doer, defenderei a coerência, a transparência e a prática da verdade. Digo isso, porque lamentavelmente já assisto alguns atores dizendo não à criação de novas frentes de trabalho pelo simples fato de dar trabalho e o que é pior, sempre buscando mais e mais vantagens para os seus, mas lembrem, só se isso não der mais trabalho.
Voltando ao titulo, outra vez estou propondo a instalação de uma CPI, em 2009 pautamos a saúde, agora é para averiguar irregularidades no Loteamento Belas Vista Bairro Estação e necessito de mais três assinaturas de colegas Vereadores, o que até agora não consegui.
Nos idos de 2010/2011, foi implementado em nosso município o PSH (Programa Social de Habitação), modalidade tripartite para a construção de casas populares no loteamento Bela Vista, bairro Estação.
 Ocorre que desde a sua gestação tal programa demonstrou falhas de planejamento e execução, com tudo varias famílias montenegrinas, moradoras de áreas de risco, foram realocadas para aquele loteamento. Como já poderia se prever os problemas começaram a surgir de imediato e de lá pra cá só fazem agravar a situação dos cidadãos para lá transferidos.
Tal situação mostrou-se tão grave que no ano de 2012 o Ministério Público impetrou uma ação civil pública a fim de responsabilizar os atores envolvidos, o que infelizmente não logrou êxito até o momento.
Entendemos que nossa função enquanto representantes da comunidade e fiscalizadores dos recursos públicos, bem como agentes garantidores dos direitos dos cidadãos é de protagonizar uma ação de impacto e com efetiva intervenção no que tange a solucionar este problema, bem como reparar os danos causados aos usuários.
Estamos fazendo nossa parte! Cabe agora contar com a sensibilidade dos colegas e apoio da comunidade, quanto ao trabalho, isso é algo de que não temos medo.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!

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