Com menos de um mês em seu mandato, nossa presidenta Dilma já visitou o Rio Grande do Sul garantindo recursos para as regiões vítimas das intempéries, seca e vendavais. Tal atitude, da chefa da nação, nos encoraja ainda mais e reforça nossa convicção de que o Brasil oPTou pelo melhor. Para nós gaúchos, sem sombra de dúvida, será o melhor período de todos os tempos, com uma sintonia entre estado e nação que já mostra seus reflexos. É certo que problemas estruturais farão parte da pauta de Dilma, inclusive temas como a reforma política, da previdência, que, cremos, em seguida, o novo Congresso Nacional, recém empossado deverá apreciar e se Deus quiser, votar o fator previdenciário, bem como o novo salário mínimo entre outros pepinos a serem resolvidos pelo governo.
Aqui na aldeia, afora muitos problemas longe de serem solucionados, temos ainda algum tempo por amargar nossa querida Montenegro, cidade pólo e com reconhecida vocação para o sucesso, sofrendo ainda com questões primárias. Contudo, no próximo ano, teremos novamente eleições municipais e já cabe refletir: Qual o tipo de governo que queremos? Quais são mesmo os pré-candidatos? Ficaremos com mais do mesmo ou desta vez apostaremos no novo?
E por falar em eleições, logo ali em abril, teremos eleição para o Conselho Tutelar, Órgão que conheço bem e que é vital para qualquer município. Vital também é a qualificação de tal e, por isso, é extremamente importante estar atento a quem votar, uma vez que a eleição é facultativa, qualquer grupo pode se organizar e eleger quem quiser, mesmo sem uma notória qualificação, o que é deveras prejudicial a questão da infância e juventude.
Temas abordados, penso ser relevante salientar que, em nosso espaço nesta coluna, jamais se pensou em atingir alguém ou mesmo tirar proveito de alguma situação. No entanto, a comunidade montenegrina, a qual nos facultou o dever de representá-la, tem o direito de ser informada, primeiramente da verdade, bem como de nossa opinião com relação aos assuntos abordados. Sempre com respeito para com as pessoas que constroem a história de nossa cidade, penso que enquanto as posições divergentes estiverem no campo das idéias, certamente contribuiremos para a formação de novos paradigmas em nossa sociedade.
Um fraterno abraço. Voltamos a nos falar!
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